LIBERDADE

 

LIBERDADE…

A liberdade é um tema difícil. Embora todos aspirem a ser livres, existem quase tantas definições de liberdade quanto o número de indivíduos. Assim, cada sociedade teve que estabelecer alguns princípios básicos para definir o que deverá ser a liberdade.

De um modo geral, liberdade, do latim libertas (estado do homem livre), derivado de liber (homem livre) é uma designação que indica a possibilidade de ação ou movimento.

Mas o que é a liberdade? Uma palavra utilizada tantas vezes por pessoas de todas as idades e condições, desde o adolescente que reivindica mais liberdade até ao político que promete aos cidadãos uma vida mais livre.

Na filosofiana sociologiano direito e na política, a liberdade é uma noção importante: estabelece a capacidade dos indivíduos para exercer a sua vontade baseada em ideias, que dependem da orientação política estabelecida.

A liberdade é a possibilidade de agir, pensar e expressar a própria vontade sem constrangimentos externos ou internos. Envolve a capacidade de escolher, de determinar o próprio destino e de exercer o livre arbítrio. 

Toda a pessoa é livre. Foi criada à imagem e semelhança de Deus, que é livre e feliz na máxima perfeição. Nós, somos pessoas dotadas de inteligência e vontade. Mas somos criaturas. Por isso quem nos inspira para o modo como devemos exercer a liberdade de forma a sermos verdadeiramente felizes, é Deus. Criou-nos livres, mas não fomos nós a decretar o que é bem e o que é mal. É Deus quem nos indica quais os caminhos da verdadeira liberdade.

Poderá alguém ainda pensar que sermos livres consiste em fazer o que nos apetece, em seguir os nossos caprichos, as nossas fantasias, os gostos pessoais; que somos nós quem decidimos o que é bem e o que é mal. Quem assim pensa e atua, será que percebeu verdadeiramente a dignidade de ser pessoa humana? O homem atinge tal dignidade quando, libertando-se inteiramente da escravidão das paixões, avança para o seu destino pela livre escolha do bem, tendo o cuidado de procurar verdadeiramente os meios adequados. 

A liberdade é então um dom, graças ao qual cada um de nós adere com facilidade. Também é conjuntamente um empenho, uma tarefa, um compromisso pelos valores do bem, da verdade, da justiça, da paz, da solidariedade, da tolerância e da esperança. A opção fundamental por estes valores que libertam verdadeiramente, o fazem com que a pessoa humana viva de cabeça erguida, com dignidade. Esta opção concretiza-se no quotidiano com um empenho que requer esforço e vontade, pois existem condicionamentos que podem pôr em causa o uso da liberdade tais como o caráter, a educação, o ambiente familiar, os hábitos adquiridos, a irresponsabilidade de cada um. Isso leva muitas vezes a não fazermos o bem que desejaríamos e a fazermos o mal que não queríamos. Os condicionamentos externos como o ambiente em que vivemos, poluído muitas vezes pelo poder do dinheiro, pela manipulação da publicidade, pelo consumismo desenfreado, pelos estilos de vida, pela pressão exercida pelas pessoas que não sentem nem pensam como nós, são entraves à verdadeira liberdade. 

Em resumo, a liberdade, que é simultaneamente um dom e um compromisso, nunca será totalmente alcançada. Vai-se alcançando à medida que nos tornamos cada vez mais responsáveis pelos nossos atos, percebendo que, se tudo é permitido, nem tudo é conveniente para quem quer ser livre e feliz.

 

José Aníbal Barreiros 



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