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VIRGÍLIO DO NASCIMENTO ANTUNESBISPO DE COIMBRA  DECRETO DE NOMEAÇÃO DOCONSELHO DIOCESANO PARA OS ASSUNTOS ECONÓMICOS   Sendo necessário nomear o Conselho Diocesano para os Assuntos Económicos da Diocese de Coimbra, de acordo com o estabelecido no Cânone 492 do Código de Direito Canónico, Havemos por bem, nomear, por cinco anos, o Conselho Diocesano para os Assuntos Económicos, constituído pelos seguintes membros: Carlos Miguel Dias BarrosJoão Henrique Pereira BentoJoão José Nogueira Gomes RebeloPadre Manuel António Pereira FerrãoJosé Manuel Gonçalves Santos QuelhasMaria Teresa dos Reis Pedroso de Lima Oliveira Agradecemos a disponibilidade para servirem a Igreja e pedimos a Deus que os fortaleça com o dom da sabedoria, a fim de exercerem com amor e com fé esta missão. Coimbra, 20 de janeiro de 2023Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra O ChancelerP. António Joaquim Farinha Domingues
Falecu o Padre Jorge Marques dos Santos   Nasceu a 06 de março de 1935, na então freguesia de Mata Mourisca, concelho de Pombal, filho de Emílio dos Santos e de Albertina Marques. Entrou no Seminário Menor da Figueira da Foz a 06 de outubro de 1947. Foi ordenado Sacerdote a 15 de agosto de 1960, por Dom Ernesto Sena de Oliveira, na igreja da Sé Nova. A 01 de janeiro de 1961, foi nomeado coadjutor do pároco da Ega. A 11 de novembro de 1962 foi nomeado pároco de Travanca do Mondego, Oliveira do Mondego e de Almaça. Em 1968 foi indicado para capelão militar e, 15 de maio de 1973, o então Bispo de Coimbra, Dom João Saraiva, autoriza-o a ingressar no quadro dos capelães titulares. Exerceu o ministério em muitas unidades e lugares, quer em Portugal continental, quer no antigo Ultramar, tendo recebido ao longo dos anos vários louvores militares. Faleceu neste dia 09 de janeiro de 2023 num lar de idosos da Guia, onde passou a residir nestes últimos tempos e, assim mais próximo da sua terra e dos seus familiares. O pároco local, padre Fernando Carvalho, quando teve conhecimento da sua presença nessa instituição, procurou acompanhá-lo e tornou-se uma presença fraterna e amiga. O seu funeral realiza-se amanhã, dia 10 de janeiro na igreja matriz da Guia com a celebração da Missa exequial presidida pelo Senhor Bispo das Forças Armadas e de Segurança, Dom Rui Valério. Será sepultado no cemitério local. Paz à sua alma e sentidas condolências à família e a todos os seus mais próximos. Coimbra, 09 de janeiro de 2023  
MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS PELA VIDA E DE SUFRÁGIO NA MORTEDO PAPA BENTO XVI Caríssimos irmãos e irmãs! A Igreja Católica está a viver o luto pela morte do Papa Bento XVI. É um momento de sofrimento do Povo de Deus, porque morre um pai na fé, um irmão mais velho e um pastor da Igreja Universal. Não é simplesmente um nome que fica nos elencos dos sucessores de Pedro ou um número de ordem para identificar um percurso histórico de dois mil anos. Morreu um cristão a quem Jesus chamou pelo seu nome, a quem convidou a fazer parte dos seus seguidores e a quem pediu um serviço de doação total dentro da sua Igreja: ser o sinal visível da unidade e da comunhão de todos os que professam a fé na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. O Papa Bento XVI faz parte da nossa família espiritual, estamos agradecidos pelo ministério que desenvolveu na fidelidade ao Espírito Santo, dizemos-lhe obrigado pelo imenso testemunho de fé, esperança e amor que nos deixou como realidade vivida e como desafio que podemos acolher. O mundo católico cresceu no sentimento de amor ao Papa e nós, os portugueses, tivemos a graça de, entre nós, este amor se ter tornado uma verdadeira devoção, que habita nos corações mais simples, a ponto de a oração por ele fazer parte da liturgia oficial da Igreja, mas também da oração pessoal e familiar de muitos cristãos. A atitude dos Pastorinhos de Fátima, que rezavam e se sacrificavam pelo Santo Padre, é um sinal evidente dessa onda de amor e devoção dos católicos portugueses, que sempre têm nele um verdadeiro irmão, um membro da grande família espiritual, alguém que carrega com as alegrias e dores de todo o povo. A expressão repetida de Santa Jacinta Marto, “coitadinho do Santo Padre”, reflete, numa linguagem infantil, um verdadeiro sentido de Igreja e uma verdadeira comunhão com a missão e com a pessoa do Papa. Nesta escola da fé da Igreja, todos nós crescemos a rezar diariamente pela pessoa do Santo Padre e pelas suas intenções, que são as intenções da Igreja por meio da qual Deus quer salvar toda a humanidade. Rezamos pelo Santo padre, sabendo que ele leva sobre os seus ombros as alegrias de ser pastor universal com Cristo, mas também carrega com as dores de todo o Povo, à semelhança de Jesus Cristo, que o chamou e o enviou a cuidar do rebanho que lhe foi confiado. Quando choramos a morte do Papa Bento XVI, agradecemos a Deus a sua vida e ministério e rezamos pelo seu eterno descanso junto de Deus, aprofundamos o sentido da comunhão dos santos, compreendemos melhor a Vida para a qual fomos criados, sentimos como reais os laços invisíveis do Espírito que nos unem. Procuramos fazer uma leitura de fé deste acontecimento, pois a vida do Papa e o seu ministério devem ser lidos à luz da fé; não queremos ficar-nos em leituras simplesmente humanas, ideológicas ou políticas, uma vez que acreditamos no amor do Espírito Santo que quer conduzir a vida da Igreja e dos seus membros, nomeadamente a vida dos seus pastores e do sucessor de Pedro. Por estes dias foi difundida a informação segundo a qual Bento XVI pronunciou até ao fim as palavras: “Senhor, amo-Te”. Não nos surpreende esta expressão de amor, tendo em conta a sua pessoa, a sua fé, o modo como exerceu os diferentes serviços que lhe foram pedidos ao longo da vida que o Senhor lhe concedeu. Sempre pudemos ver um homem profundamente marcado pelo amor de Deus ao qual quis responder sem reservas. Não nos surpreende igualmente esta expressão de amor, tendo em conta o conhecimento exaustivo que Bento XVI tinha do texto do Evangelho segundo S. João, que há pouco escutámos. Nestas palavras encontramos a síntese de uma vida que foi a resposta decidida e fiel à repetida pergunta que Jesus dirigiu a Pedro e aos seus sucessores quando lhes confiou o ministério de apascentar toda a Igreja. “Simão, filho de João, tu amas-Me?” A resposta do primeiro dos apóstolos foi repetidamente a mesma: “Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo”. Simão foi chamado Pedro, a rocha firme na fé e no amor transformado em serviço ao Evangelho e à Igreja, como se a vida não mais lhe pertencesse, mas Àquele que o chamou e lhe deu a missão. O homem e o cristão Joseph ouviu repetidamente a mesma pergunta e a sua resposta foi inequívoca, a ponto de a sua vida ser gasta na manifestação do amor a esse Jesus e ser chamado como Bento XVI a servir o Evangelho e a conduzir a Igreja de Cristo. De acordo com o texto do Evangelho, Pedro à terceira vez que ouviu a pergunta “Tu amas-Me?” entristeceu-se, pois não queria duvidar nem por um momento sequer do seu amor a Jesus, como não podia duvidar do amor infinito do Mestre por ele. O Evangelista esclarece que Jesus pretendia indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. E Pedro deu glória a Deus na vida e na morte, a prova maior do seu amor e o teste decisivo da sua condição assumida de discípulo. Ao tomarmos conhecimento das palavras do Papa Bento XVI “Amo-Te, Senhor”, sentimos que, nas circunstâncias da sua existência pessoal e eclesial, procurou dar glória a Deus na vida e na morte. Não lhe faltaram ocasiões em que a condição de discípulo foi exigente e pediu a radicalidade da resposta no amor e deixa-nos esse testemunho nas palavras que resumem o seu modo de viver a fé e a missão que recebeu. Embora as palavras narradas pelo Evangelho de João se dirijam diretamente a Pedro, no momento de lhe conferir o primado, podemos entendê-las como dirigidas aos seus sucessores e a todos os que são chamados a ser discípulos. O amor de Deus derramado em nossos corações, faz de nós filhos que entram na relação de proximidade e encontro salvador com o Pai. A resposta de amor que lhe queremos dar, faz de nós discípulos de Jesus, disponíveis para dar a vida até ao fim. Fortalece-nos e conforta-nos olhar para aqueles que nos precederam na fé e ver neles o testemunho desse amor recebido e dado a Deus e aos irmãos. Ajuda-nos muito a prosseguir na senda de discípulos de Jesus e de membros da sua Igreja o exemplo daqueles que se centraram no amor recebido de Deus e retribuído ao mesmo Deus e partilhado com os irmãos. Queremos estar disponíveis para a vocação a que o Jesus nos chamar, queremos servir a Igreja onde e como o Espírito Santo nos levar, queremos realizar a missão que nos foi confiada neste mundo, mas queremos acima de tudo, durante a vida terrena, permanecer no amor de Deus que se manifestou em Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador, na esperança de um dia entrarmos na glória eterna do seu amor. Obrigado, Papa Bento XVI, por nos ensinares a dizer sempre e sem desfalecer, nas tribulações do tempo presente ou na esperança da glória futura: “Senhor, amo-Te”. Coimbra, 03 de janeiro de 2023Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
MENSAGEM DO BISPO DE COIMBRANO DIA DO FALECIMENTO DO PAPA BENTO XVI Caríssimos irmãos e irmãs! Faleceu o Papa Bento XVI. Papa Emérito da nossa Igreja Católica, a que temos a graça e a alegria de pertencer. Sucessor de Pedro e sinal visível da unidade de todo o Povo o Povo de Deus, entregou a totalidade da sua vida ao serviço de Deus e da sua Igreja. Convido-vos a acolher o seu testemunho e destaco alguns aspetos relevantes da sua vida que, entre muitos outros, procuramos reler em ambiente orante de luto pela sua morte e de esperança pela força da ressurreição do Senhor. Bento XVI, cristão de fé profunda e forte. No seu percurso, na sua ação pastoral e nos seus escritos, sobressai em primeiro lugar o testemunho da sua fé inabalável em Deus, Santíssima Trindade, que cantou, celebrou, adorou e foi o centro da sua vida. Queremos continuar a aprender dele o lugar único de Deus na nossa vida, como a razão de ser de tudo o que somos e fazemos. Bento XVI, o cristão da espiritualidade nascida da fé e incarnada na relação com Deus e com os irmãos. Trabalhou em favor da identidade única da espiritualidade cristã, no meio das múltiplas propostas que facilmente seduzem os cristãos. Procurou uma espiritualidade cristã inspirada no Espírito Santo, que nos conduz à doação de nós mesmos a Deus e aos irmãos. Na espiritualidade cristã encontrou as forças para enfrentar a dureza de muitas realidades do tempo presente com que se deparou e alimentou a certeza de que “é na esperança que fomos salvos” (Spe salvi 1). Bento XVI, cristão sempre à procura da clareza da doutrina da fé. A sua atividade enquanto teólogo, aliada à sua ação de pastor do Povo de Deus, manifestaram continuamente a importância do conhecimento mais aprofundado da doutrina cristã e o valor insubstituível à fidelidade integral à Sagrada Escritura e à Tradição viva da Igreja. Em tempos de afirmação de fortes relativismos e de grandes vazios, deu à Igreja escritos claros e baseados em argumentação profunda, que continuarão a iluminar os caminhos da Igreja na fidelidade à sua identidade querida por Cristo, o seu fundador. Bento XVI, cristão disponível para se entregar totalmente em favor da Igreja. No meio das situações favoráveis e adversas, deu-nos o exemplo de fortaleza na procura da verdade. O Povo Santo de Deus e a salvação por meio de Jesus Cristo foram a sua motivação. Nesse sentido, ofereceu-se até ao fim por meio da oração e do sacrifício, na certeza de que, por meio de uma vida ativa ou no silêncio do seu retiro, a Igreja e a humanidade que Deus quer salvar são a motivação maior da sua vida. Bento XVI, o cristão que se aniquila em favor da comunhão por meio da caridade na verdade. Acreditou em Deus, que é amor e quer reunir toda a humanidade num só povo, por meio do amor. Não se poupou a esforços pelos caminhos da razão e da fé para ajudar a Igreja e a humanidade a compreender que só Deus, que é amor, salva. Procurou abrir as Portas da comunhão da Igreja a todos, sem renunciar à fórmula maior que conduziu o seu trajeto: a caridade na verdade. Convido a comunidade diocesana de Coimbra a agradecer a Deus o Pontífice que nos deu no Papa Bento XVI, a rezar por ele e a crescer na fé, na esperança e no amor que a sua vida e o seu ministério continuam a testemunhar. Informo que na próxima terça-feira, dia 03 de janeiro de 2023, celebrarei Missa, na Sé Nova, às 19:00, pelo seu eterno descanso, para a qual também vos convido. Coimbra, 31 de Dezembro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR 2022MISSA DO DIA Caríssimos irmãos e irmãs! Nesta altura do ano, cantamos sempre: É Natal! Cristo nasceu! Com razão, porque a vinda de Jesus Cristo ao nosso mundo é uma iniciativa de Deus, que se realiza de acordo com a sua Palavra, que realiza este acontecimento sem igual. Com o nascimento de Jesus em Belém e depois dele é sempre Natal: “nasceu-vos, hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor”. Esta certeza da fé não se pode apagar da memória viva da humanidade nem perde a sua validade para todos os tempos, porque o facto de o Verbo vir ao mundo e habitar junto de nós não depende de nós, mas de Deus. Desde esse momento central da história, Deus mora no meio da humanidade, oferece-se a cada pessoa e pode entrar na sua vida, permanece entre nós como o Emanuel, o Deus-connosco. O Natal pode, sim, cancelar-se nos calendários políticos, sociais, culturais e ideológicos, mas continua sempre vivo na memória viva dos crentes a influenciar a sua vida e a abrir-lhe horizontes de eternidade, porque é um acontecimento da história da salvação. A celebração do Natal, por sua vez, está sujeita a todas as convulsões da história humana e tem assumido diferentes formas ao longo dos tempos. Cada vez mais se acentuam entre nós as divergências entre o modo de celebrar crente e cristão e o modo de celebrar social e desprovido de fé. Também nós somos vulneráveis e vemos as formas de celebrar encontrarem alternativas, umas que procuram manter o espírito originário e outras que se afastam dele e que o contradizem claramente. Numa sociedade secularizada, é normal que assim seja, mas é mau que deixemos perder no nosso coração, na nossa casa de família e na nossa comunidade cristã o essencial da sua celebração. Nessa altura perde-se a riqueza do acontecimento fundante e nós próprios corremos atrás das últimas novidades. Procuramos que as nossas razões e o nosso modo de celebrar o Natal correspondam à realidade em que acreditamos pela fé, ou seja, que o Natal é a festa de encontro com Jesus, o Filho de Deus, que se faz homem para nos salvar.   Se para alguém o Natal é todos os dias, como frequentemente se diz, é para nós, os cristãos. É Natal todos os dias porque o Emanuel é o Deus que está connosco, que permanece e que funda as nossas vidas.  “O Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, não temporariamente, mas para sempre, desde que haja lugar para Ele na hospedaria que é o nosso coração sedento de graça e de verdade, ansioso por receber “a luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem”. Viver o Natal todos os dias significa estar com Jesus, o Cristo e Filho de Deus, todos os dias, fazer d’Ele o alimento que nos nutre na fé, a força de amor que nos move e a razão da nossa esperança contra todas as esperanças. O Natal, para além de um acontecimento querido por Deus, de uma celebração que nós precisamos de realizar e de uma fé diária que assumimos na vida, traz-nos também uma riqueza imensa de mensagens inspiradoras para a definição dos ideais que nos movem como pessoas e dentro da sociedade. Todos os textos bíblicos da celebração litúrgica desta quadra festiva nos declaram que Jesus veio para nós. Deus voltou-se para o seu povo com olhar de misericórdia, viu a sua situação, compadeceu-se dele e enviou o seu Filho como consolador e salvador. Esta é a novidade da revelação cristã, que encontra a sua realização plena no mistério pascal de Jesus Cristo, também por nós e para nós. Neste gesto amoroso de Deus encontramos a inspiração fundamental a dar o sentido às nossas vidas: como Jesus veio para nós, nós temos a missão de nos pormos a caminho para os outros. A Virgem Maria, a primeira crente e a mais santa de todas as criaturas entendeu que essa era a sua vocação e inspiração logo que, cheia do Espírito Santo, aceitou pôr-se a caminho para levar Cristo aos outros e para ser ela mesma serva dos outros. Levantou-se e partiu apressadamente, diz o Evangelho, porque é urgente ir ao encontro dos outros, viver para eles e levar-lhes como dom, Jesus, o Salvador. Acolhamos, irmãos e irmãs, esta atitude de Deus que nos envia Jesus, que vem para nós; acolhamo-la como a grande inspiração do nosso Natal com o desejo de que se torne a inspiração do Natal de toda a humanidade: Quando nos pomos a caminho dos outros, não há lugar para a guerra e tornamo-nos construtores de paz. Pedimos o dom da paz para o mundo, concretamente para a Ucrânia, onde o sofrimento e a morte são as manifestações maiores do fechar-se sobre si mesmos de pessoas ou de povos. Quando nos pomos a caminho dos outros, não há lugar para o desespero no sofrimento, mesmo que ele seja grande e terminal, pois juntos havemos de encontrar forças e meios para que a esperança e o amor à vida prevaleçam; quando somos para os outros não há lugar para qualquer forma de apressar a hora da morte, pois fomos criados para a vida. Quando nos pomos a caminho dos outros, encontramos juntos os caminhos para vencer as injustiças de toda a ordem, sejam a violência física ou psicológica, sejam os problemas da pobreza, sejam a intolerância para com o nosso próximo. Pormo-nos a caminho dos outros como Jesus desceu à terra por nós, é o nome do amor, como força imperecível que recebemos de Deus e que queremos se torne o nosso único ideal de vida, o nosso Natal de todos os dias. Coimbra, 25 de dezembro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra