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SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUSASSEMBLEIA DIOCESANA DO CLERO DE COIMBRA - TÁBUA A Solenidade do Sagrado Coração de Jesus oferece-nos a oportunidade de parar um pouco para nos fixarmos no amor de Deus por todo o seu Povo e, portanto, por nós, seja qual for a nossa condição na Igreja. De um modo muito especial, nós, os sacerdotes, precisamos de nos deter na contemplação do coração de Deus que derramou o seu amor nos nossos próprios corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. De fato, se somos cristãos pelo batismo e ministros ordenados pelo sacramento da ordem, é graças a Deus que nos olhou e nos chamou, porque nos ama. Quanta humildade é precisa para aceitarmos o amor de Deus apesar de pecadores e para não nos atribuirmos o mérito de nada, nem do que somos nem do que fazemos! A presença do Espírito Santo nos nossos corações, segundo a expressão da Epístola aos Romanos, verdadeiro dom de Deus, origina em nós uma realidade nova, qual marca fundamental da nossa identidade de cristãos, na comunhão com Deus, irmãos de todos os homens em Jesus Cristo e membros da Igreja na diversidade dos carismas e ministérios.Desta presença do Espírito Santo em nós nasce a espiritualidade cristã, realidade que nos precede, que se cultiva e que se manifesta nas suas variadas expressões. Todo o cristão é chamado a incarnar na vida a espiritualidade cristã como a característica mais peculiar da sua existência. De acordo com os dons recebidos, com a vocação pessoal e com o estado de vida a que foi chamado, há de progredir e crescer como uma criatura espiritual e manifestar esse grande mistério da comunhão com Deus à qual foi chamado por meio do Espírito.A grande debilidade da Igreja, do Povo de Deus em geral, dos consagrados e, em particular, dos ministros ordenados, encontra-se na sua grande pobreza espiritual. Se a humanidade passa por uma grande era do vazio a tantos níveis, como tem sido abundantemente referido por analistas e pensadores de todos os quadrantes, a Igreja e os cristãos sofrem de um imenso vazio espiritual, no sentido teológico do termo. De algo semelhante nos advertiu o Papa Francisco na Evangelii Gaudium, quando se referiu ao “mundanismo espiritual”, dizendo: “O mundanismo espiritual, que se esconde por detrás de aparências de religiosidade e até mesmo de amor à Igreja, é buscar, em vez da glória do Senhor, a glória humana e o bem-estar pessoal” (93)... É uma maneira subtil de procurar «os próprios interesses, não os interesses de Jesus Cristo» (Fl 2, 21) (94). Concretizando, o Papa refere-se depois ao subjetivismo que deixa a pessoa “enclausurada na imanência da sua própria razão ou dos seus sentimentos” (94), à autorreferencialidade própria de quem “só confia nas suas próprias forças e se sente superior aos outros” (94), impede o acesso à graça ficando refém de um humanismo antropocêntrico (94) e cai na vanglória negando a “história da Igreja, que é gloriosa por ser história de sacrifícios, de esperança, de luta diária, de vida gasta no serviço, de constância no trabalho fadigoso” (96).A conclusão do Papa é clara: uma Igreja dominada pelo mundanismo espiritual na pessoa dos seus membros, concretamente na pessoa dos seus ministros, “não traz o selo de Cristo encarnado, crucificado e ressuscitado, encerra-se em grupos de elite, não sai realmente à procura dos que andam perdidos nem das imensas multidões sedentas de Cristo. Já não há ardor evangélico, mas o gozo espúrio duma autocomplacência egocêntrica” (95).  Chegámos a um ponto fulcral da renovação da Igreja, que não poderá realizar-se segundo os desígnios de Deus se não voltamos a centrar-nos no essencial: a renovação espiritual de cada cristão, das comunidades cristãs, dos planos, dos métodos e dos objetivos da ação pastoral, das próprias estruturas eclesiais.A Lumen Gentium apontou-nos este caminho quando, no capítulo V, declarou que todos temos, na Igreja, uma vocação comum, a vocação à santidade, que “deve manifestar-se, nos frutos da graça que o Espírito Santo produz nos fiéis” (39). E nós temos, porventura, descurado esta centralidade da vocação comum de todos os fiéis, perdendo-nos com muitas realidades secundárias e deixando de investir pessoal e comunitariamente na santificação da Igreja pela ação do Espírito Santo.Não pode haver verdadeira ação da Igreja que não assente na espiritualidade cristã e não conduza a uma maior profundidade espiritual de todos os seus membros. Nomeadamente a liturgia e a oração, a evangelização e a catequese, a caridade, a transformação das realidades seculares, as diferentes formas e metodologias de ação pastoral, não cumprem a sua finalidade se não estão permeadas pela presença do Espírito que santifica e faz crescer os cristãos por dentro no sentido da fé, da esperança e do amor a Cristo e aos irmãos.Por sua vez, a autêntica espiritualidade cristã não se confunde com o devocionismo, com o sentimentalismo, com o gosto de estarmos uns com os outros, com o conhecimento da totalidade da doutrina, com a aparência religiosa ou com o funcionamento impecável das estruturas da Igreja. Consiste sim em estarmos enraizados em Cristo, deixarmo-nos conduzir pelo Espírito e vivermos em Igreja a esperança da salvação. A liturgia de hoje, Solenidade do sagrado Coração de Jesus, aponta-nos três dimensões fundamentais da espiritualidade cristã, que nós, os sacerdotes, havemos de acolher com humildade e alegria.Uma espiritualidade centrada no mistério pascal de Jesus Cristo, que “morreu por nós quando ainda éramos pecadores”.Na cruz, Jesus revela-nos definitivamente o amor de Deus, que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. A misericórdia do Pai, eterna como o Pai, deixa de ser um mistério impenetrável para se tornar uma realidade visível e palpável por meio dos gestos, das palavras e da própria pessoa do Filho. Todos nós, que éramos pecadores, pudemos acolhê-la por meio da fé e tivemos acesso aos seus efeitos salvíficos.Na ressurreição de Jesus manifesta-se definitivamente o poder de Deus, que não é senão amor e misericórdia para com todos os pecadores. Sem esperança e sem futuro, afastados de Deus e separados dos homens, fomos reconciliados e salvos pela sua vida. Uma espiritualidade centrada no contínuo desejo de conversão, pois “haverá mais alegria no Céu por um só pecador que se arrependa, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento”.A disponibilidade para percorrer o caminho de conversão a Cristo, por meio do encontro pessoal com Ele, da oração interior, da liturgia sentida, da Palavra meditada e contemplada, dos sacramentos celebrados com amor, da caridade sem fingimento, da entrega no serviço, constitui o sinal maior da profundidade da nossa espiritualidade incarnada e assumida. Uma espiritualidade centrada no amor à Igreja, que se transforma em serviço gratuito, alegre e entusiasta ao Povo de Deus.“Eu próprio irei em busca das minhas ovelhas... eu apascentarei o meu rebanho... hei de procurar a ovelha que anda perdida... tratarei a que estiver ferida”, dizia o senhor na Profecia de Ezequiel. Se Deus, o Senhor olha para nós com misericórdia e veio ao nosso encontro quando estávamos perdidos, nos apascenta e nos trata as feridas, não pode ser diferente a atitude dos seus servos e amigos.A especificidade da nossa identidade e da nossa espiritualidade de cristãos, ministros e sacerdotes de Deus e da sua Igreja, exprime-se na nossa condição de pastores do Povo de Deus, unidos a Cristo, Cabeça e Pastor da Igreja, que deu a vida pelas suas ovelhas. Uma espiritualidade centrada no amor misericordioso de Deus, que acolhe, perdoa, se faz próximo de cada um dos seus filhos, dialoga, compreende, consola, se alegra com aqueles que O procuram e não tem repouso por causa daqueles que saíram da casa do Pai.Se acreditamos que “Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai”, que “a misericórdia é a palavra-chave para indicar o agir de Deus para connosco” e que “a arquitrave que suporta a vida da Igreja”, como nos disse o Papa na Bula do Ano Santo, não podemos viver uma espiritualidade cristã e sacerdotal que não faça da misericórdia o próprio modo de ser e de agir enquanto pastores e irmãos de todos os homens. Nesta Solenidade do Sagrado Coração de Jesus em que nos reunimos em assembleia constituída pelos ministros ordenados da nossa Diocese de Coimbra, bispo, presbíteros e diáconos, peçamos ao Senhor que nos ajude a ser homens espirituais, que vivem na comunhão com Deus por meio do Espírito e trabalham para que o Povo de Deus cresça na santidade pelo mesmo Espírito.Peçamos ao Senhor o dom de sonhar com uma Igreja Diocesana mais comunhão e mistério, com uma pastoral profundamente marcada pela espiritualidade e com cada um de nós totalmente inundado do amor de Deus que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Coimbra, 3 de junho de 2016  
A Semana da Vida 2016 tem como tema “Cuidar da Vida – a terra é a nossa casa”. A proposta, a ser vivida nos diferentes contextos eclesiais, de 15 a 22 de maio, radica na Encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, e aprofunda alguns temas da mesma, de modo cognitivo, com um guia de leitura da Encíclica, e “orante”, através do conjunto das reflexões elaboradas para a celebração da Eucaristia e do Rosário pela Comissão Episcopal do Laicado e Família. Como é sabido, esta iniciativa, que tem lugar em Portugal desde 1994, nasce de um desejo do papa São João Paulo II, expresso na encíclica “O evangelho da vida” (1991), com o objetivo de «suscitar nas consciências, nas famílias, na Igreja e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições”. A celebração decorre na semana em que cai o dia 15 de maio, Dia mundial da Família. Na nossa diocese, a Semana da Vida será assinalada a nível local. Em Coimbra a celebração contempla a bênção das grávidas, no dia 14 de maio, às 18h00, na Sé Nova e uma vigília de oração pela vida e pelas famílias, no Seminário Maior de Coimbra, no dia 14 de maio, às 21h30.
No próximo fim de semana, dia 21 e 22 de maio, o Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, celebrará a bênção das pastas dos estudantes de Coimbra. A bênção das pastas, dos estudantes finalistas, marca o fim do curso e o início de uma nova etapa na vida daqueles que passaram os últimos anos da sua vida a estudar. A bênção será repartida em duas celebrações: no sábado dia 21, às 11:00, será a bênção para os institutos e escolas superiores; no domingo, dia 22, às 11:00, será a bênção para as faculdades. Ambas as celebrações serão na Sé Nova de Coimbra. Na terça feira, dia 17 de maio, haverá, às 21:00, no auditória das físicas, uma reunião preparatória para os estudantes. A reunião contará com a presença do Senhor Bispo.
As Santas Casas da Misericórdias da Diocese de Coimbra fizeram no último sábado, 7 de maio, a sua peregrinação jubilar, com celebração da Eucaristia na Sé Nova de Coimbra presidida por D. Virgílio Antunes. Foi um momento muito belo, engrandecido com os irmãos trajados com as vestes e símbolos representativos das Misericórdias, e naturalmente acompanhados dos seus estandartes, dedicados a Nossa Senhora da Misericórdia. Na sua homilia, o Bispo de Coimbra sublinhou o papel desenvolvido pelas Misericórdias e recordou que “o caminho novo inaugurado por Jesus não é simplesmente uma nova doutrina, um novo raciocínio ou uma nova argumentação para convencer alguém acerca de Deus, acerca da condição humana ou acerca das nossas obrigações e deveres pessoais, sociais ou fraternos”; “o caminho novo inaugurado por Jesus envolve o seu corpo e o seu sangue, ou seja, a totalidade da sua pessoa divina e humana”. Por isso, Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem foi apresentado por D. Virgílio como o modelo do agir cristão: Ele, “como Filho de Deus, mostra, fazendo, o que é a misericórdia infinita do Pai, de modo que podemos dizer que nos revela o rosto misericordioso do Pai – título que o Papa Francisco escolheu para a Bula do Ano Santo Jubilar. Como Homem, mostra que está disponível para viver connosco, no meio de nós, que está disponível para nos amar com toda a inteligência, com todo o coração e com ambas as mãos, tal como ama o Pai”. E, à frente, acrescentou: “Caríssimos irmãos e irmãs das Misericórdias, vós não sois simplesmente membros de uma instituição de bem fazer, não reduzis a vossa condição à de agentes ou técnicos de ação social, por muito nobre que seja essa profissão. Vós sois cristãos e assumis ser chamados irmãos, dando pleno significado a este termo, uma vez que vos considerais irmãos de Jesus e irmãos de todos os homens. Aqui radica a realidade e o significado mais profundos da vossa pertença à Irmandade da Santa Casa da Misericórdia”.
NOTA PASTORAL DO BISPO DE COIMBRA SOBRE O DIA DA IGREJA DIOCESANA DE 2016ESCOLHEU-NOS COM MISERICÓRDIACORRESPONSÁVEIS NA AÇÃO PASTORAL A 22 de maio, Solenidade da Santíssima Trindade, celebramos o Dia da Igreja Diocesana. Este dia de ação de graças tem como objetivo principal ajudar-nos a crescer na unidade e na comunhão enquanto Igreja Local ou Diocese, na qual está presente e atuante a verdadeira Igreja de Jesus Cristo. De fato, recebemos o batismo, professamos a fé na Santíssima Trindade, celebramos a eucaristia, acolhemos a Palavra de Deus, somos comunidade na caridade e temos a garantia da sucessão apostólica. Corresponsáveis na ação pastoralEm contexto de Ano Jubilar e na linha do Plano Pastoral que há três anos estamos a executar na Diocese de Coimbra, elegemos como tema para o Dia da Igreja Diocesana de 2016: Escolheu-nos com misericórdia - corresponsáveis na ação pastoral. A corresponsabilidade é um tema de uso frequente após o Concílio Vaticano II, que nos trouxe algumas acentuações importantes acerca do modo de sermos Igreja de Cristo no nosso tempo. A Constituição Dogmática sobre a Igreja, a Luz dos Povos, declarou que a Igreja é Povo de Deus, ou seja, afirmou a igual dignidade de todos os que foram batizados em Cristo morto e ressuscitado. Embora haja nela diferentes vocações, carismas, serviços e ministérios, todos se orientam para o bem do Corpo, para a edificação do Povo de Deus na santidade e para o testemunho do Evangelho da salvação a toda a Terra.Felizmente a nossa Diocese tem vindo a dar, desde há muitos anos, passos muito significativos no sentido da corresponsabilidade dos cristãos, ministros ordenados, consagrados e leigos, mas há ainda um longo caminho a percorrer. Vemos que há ainda atitudes muito diversas no que diz respeito ao modo de sentir a Igreja e de lhe pertencer. Por isso definimos como um dos objetivos do Plano Pastoral Diocesano “Desenvolver nos cristãos o sentido de pertença eclesial”. Trata-se de criar os laços da fé que nos leva a entender a Igreja como Corpo de Cristo, comunidade humana e divina, e de criar os laços do amor, que nos leva a gostar da Igreja, a amá-la, a sentir-se feliz por fazer parte dela, a trabalhar para o seu crescimento e a torná-la fermento que leveda o mundo .A ação pastoral é a ação da Igreja que colabora com Cristo, o Bom Pastor, na evangelização do mundo, na santificação da comunidade cristã e no acolhimento marcado pela caridade e pela misericórdia. Cada um segundo o dom que recebeu, a sua vocação e o seu estado de vida, se cresceu no sentido de pertença à Igreja, sente que tem de ser nela um membro vivo e ativo. Em comunhão com os que foram escolhidos para ser pastores na Igreja, os fiéis, consagrados ou leigos, são chamados a trabalhar na ação pastoral em ordem ao crescimento das comunidades cristãs. No contexto das unidades pastoraisO Dia da Igreja Diocesana de 2016 será celebrado nas unidades pastorais, dando cumprimento ao quarto objetivo que definimos: “Fomentar a corresponsabilidade pastoral nas unidades pastorais”.Estamos numa fase muito exigente da vida da Igreja Diocesana, em que é necessário adequar as estruturas pastorais tradicionais às novas circunstâncias. De acordo com a reflexão, já longa, realizada na Diocese, as unidades pastorais constituem a forma que nos parece mais indicada para que a Igreja realize a sua missão no presente e no futuro.Também aqui estamos a fazer um caminho que pede conversão pastoral, renúncia a um modelo de vida paroquial estabilizado durante vários séculos, disponibilidade de todos os fiéis para uma maior participação, abertura das paróquias a uma ação conjunta com as outras paróquias.Espero que no Dia da Igreja Diocesana as unidades pastorais possam organizar um programa que contemple um tempo de reflexão acerca dos caminhos a percorrer para que as unidades pastorais se tornem uma realidade mais consistente e a missão da Igreja se realize. Entre outros aspetos, poderão abordar as seguintes questões relativas à organização da vida da unidade pastoral: conselho pastoral; equipa de animação pastoral; plano e calendário de atividades; formação de agentes pastorais; evangelização e catequese de crianças e jovens; catequese de adultos; principais celebrações do ano litúrgico; ação social e caritativa. No dinamismo da Igreja SinodalO Concílio Vaticano II levou-nos a compreender melhor que a Igreja é um Povo a caminho, ou seja, é sinodal, uma vez que somos chamados a fazer o caminho juntos, com Cristo e na comunhão de todos os fiéis.Sermos Igreja sinodal significa que todos havemos de participar em todas as fases da ação pastoral: na reflexão, na decisão, na programação e na execução dos objetivos definidos e propostos a toda a comunidade pelo bispo diocesano.A fim de tornar efetivo este modo de ser Igreja, inspirado pelo Espírito Santo, temos vindo a valorizar muito os órgãos de participação e corresponsabilidade eclesial, como são os conselhos pastorais, na paróquia, na unidade pastoral ou na diocese.Neste sentido, e para que toda a Diocese se sinta envolvida e participante na vida e na pastoral da Igreja, dedicaremos o próximo ano à avaliação do modo como executámos o Plano Pastoral de 2013-2016 e à elaboração dos objetivos do Plano Pastoral para 2017-2020.Trata-se da implementação de uma dinâmica sinodal na Diocese de Coimbra, segundo a qual, os conselhos pastorais, mas também os secretariados, paróquias, movimentos, associações, famílias ou fiéis, são convidados a avaliar o trabalho realizado e a sugerir linhas de ação para o futuro.Em setembro será publicado um guião para orientar esta dinâmica sinodal, onde se incluem todas as indicações necessárias para que se alcancem bons frutos.Peço, desde já, a todos, a melhor disponibilidade para acolher este caminho, que nos parece em plena sintonia com o Concílio Vaticano II e com a conversão pastoral a que o Papa Francisco nos convidou na Encíclica, A Alegria do Evangelho. Ao ritmo da comunhão diocesanaConcluo esta breve nota com um forte apelo à comunhão de toda a Igreja Diocesana, que se manifesta também na unidade da ação pastoral. Em sintonia com Deus, Santíssima Trindade, e unidos no amor fraterno uns aos outros, damos ao mundo o testemunho que o Senhor nos pede para que o mundo creia e seja salvo.Junto a indicação das datas de algumas realizações diocesanas, em cuja participação demonstraremos a comunhão como marca da nossa identidade: Jornadas pastorais do clero: 20-21 de setembro de 2016.Abertura solene do ano pastoral: 25 de setembro de 2016.Encerramento do ano santo da misericórdia: 20 de novembro de 2016.Jornadas diocesanas de formação permanente: 17-19 de janeiro de 2017.Dia da Igreja Diocesana: 11 de junho de 2017Solenidade do Sagrado Coração de Jesus – assembleia do clero: 23 de junho de 2017.Peregrinação diocesana a Fátima: 8 de julho de 2017. Dou graças a Deus pelo chamamento que nos faz para que vivamos no seu amor e sejamos a sua Igreja santa, acolhendo e testemunhando a sua misericórdia. De todo o coração, desejo-vos uma feliz celebração do Dia da Igreja Diocesana, invoco a bênção de Deus e a proteção de Nossa Senhora, a Mãe da Misericórdia.  Coimbra, 17 de abril de 2016