Oral

Genç

Milf

Masaj

Film

xhamster

Notícias em Destaque


VIRGÍLIO DO NASCIMENTO ANTUNESBISPO DE COIMBRA DECRETO DE NOMEAÇÃO DO ECÓNOMO DIOCESANO Considerando que terminou o mandato do Ecónomo Diocesano e que se torna necessário dar cumprimento ao estabelecido no Cân. 494 do Código de Direito Canónico, Havemos por bem, reconduzir, por mais cinco anos, o Revº Diácono Luís Henrique Ramos da Silva Loulé, como Ecónomo Diocesano. Agradecemos o serviço já prestado no desempenho desta missão ao longo dos últimos dez anos e continuamos a contar com a sua generosidade e competência no novo mandato que agora lhe é confiado. Coimbra, 02 de outubro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra O ChancelerP. António Joaquim Farinha Domingues  
VIRGÍLIO DO NASCIMENTO ANTUNESBispo de Coimbra DECRETO DE NOMEAÇÃO DE MEMBRO DACOMISSÃO DE PROTEÇÃO DE MENORES E ADULTOS VULNERÁVEIS Considerando a impossibilidade de o Padre Miguel Gonçalves Ferreira, da Companhia de Jesus, continuar a fazer parte da Comissão de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis da Diocese de Coimbra, por ter sido transferido para missão pastoral na Diocese de Évora, e tornando-se necessário nomear um novo membro para a referida Comissão, Havemos por bem, nomear o Padre Marco Cunha, da Companhia de Jesus, como membro da Comissão de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis da Diocese de Coimbra, criada a 23 de maio de 2020. Agradecemos o serviço prestado pelo Padre Miguel Gonçalves Ferreira e a disponibilidade da Companhia de Jesus e do Padre Marco Cunha, agora nomeado, para a colaboração assim oferecida à Igreja Diocesana de Coimbra. Coimbra, 19 de outubro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra O ChancelerP. António Joaquim Farinha Domingues
SÉ NOVA DE COIMBRA – 250 ANOS - MISSA E DEDICAÇÃO DO NOVO ALTAR Caríssimos irmãos e irmãs! Estamos a comemorar os 250 anos da entrega da antiga Igreja do Colégio da Companhia de Jesus, a Sé Nova, ao bispo e ao cabido, altura em que passou a ser usada como catedral da Diocese de Coimbra. Deixamos aos historiadores a clarificação das querelas históricas que a isso conduziram e que poderão incluir mal-entendidos e injustiças. Deixamos também de parte, hoje, as disputas acerca da relação entre a Sé Nova e a Sé Velha, pois são duas construções magníficas, altamente marcantes, a seu modo, da vida religiosa, cultural e social da nossa cidade e da nossa Diocese. Preferimos a unidade à divisão, a paz à perturbação, a comunhão ao desfiar de argumentos apaixonados que dificultam a aproximação serena à realidade. Somos mais ricos por termos uma Sé Nova e uma Sé Velha, duas filhas da mesma Igreja e a marcar o ritmo da caminhada plurissecular do povo cristão que nós somos. Damos graças a Deus pelos que nos precederam e nos legaram a fé, a pertença à Igreja e também estes dois templos que, implantados na terra que é a nossa cidade, sempre nos sugerem os valores do alto. Nesta data festiva, fixamo-nos no significado que assume a Sé Nova no percurso da Igreja Diocesana ao longo destes 250 anos, mas, mais ainda, na vocação e missão do Povo de Deus que nela se reúne nos seus grandes momentos comunitários de celebração da fé e que nela tem um dos seus maiores símbolos da comunhão. Na história passada recordamos como aqui estudaram, investigaram e progrediram nas ciências humanas e teológicas bem como nas ciências experimentais, homens que marcaram o ritmo espiritual e cultural do mundo. Nos dois séculos e meio que nos precederam, lembramos o Povo de Deus, que aqui acorreu carregado com as suas alegrias e dores e daqui partiu com uma esperança renovada a partir da fé alimentada pela Palavra da Escritura e pela graça dos sacramentos. Na última década pude também eu viver juntamente convosco, neste lugar sagrado, os acontecimentos de maior relevância para a vida da Igreja Diocesana: ordenações de presbíteros e diáconos, o crisma de elevado número jovens e adultos, as bênçãos das pastas, o ano da fé, o jubileu da misericórdia e tantos outros momentos, mesmo que de menores dimensões, que continuam a marcar a vida de fé e de esperança do nosso tempo e da nossa terra. Foram acontecimentos da graça de Deus e continuam na nossa memória e no nosso coração a desafiar-nos para as atitudes evangélicas em que havemos de edificar a nossa vida. Na sua humilde pobreza ou na sua nobre riqueza, o templo é sempre lugar de encontro entre Deus e o Seu Povo. No deserto, a tenda da reunião montada no meio do acampamento dos filhos de Israel, é o lugar em que habita a glória de Deus e em que é venerado o Seu nome – é o lugar do encontro, da amizade e da paz, como nos narram os livros bíblicos. Na sua visão, o autor do livro do Apocalipse contempla a morada de Deus com os homens, no meio do mundo em que o encontro se dá, em que irradia a luz do Senhor Deus e em que se acede aos frutos da Árvore da Vida, que traz o verdadeiro remédio para os males que afligem as nações. No centro está o Cordeiro que, como lâmpada, ilumina as mentes e os corações - Aquele que renova todas as coisas. Continuando a usar a metáfora da construção, o Apóstolo Pedro convidava-nos a aproximarmo-nos do Senhor, a pedra angular, e a entrarmos na edificação do templo espiritual por meio da fé. Por sua vez, o Evangelista João exortava-nos a adorar o Pai em espírito e verdade, ou seja, com o coração e com a vida sintonizados com Cristo que, tendo passado pela sua hora de paixão e glorificação, é o novo templo de Deus. A catedral diocesana é símbolo da Igreja Povo Santo de Deus e, no centro da Igreja, está Cristo, a pedra angular, à volta do qual se reúnem os irmãos em assembleia que escuta, que ora e que louva, homens e mulheres batizados na água e no Espírito. O altar da celebração da Eucaristia simboliza Cristo, pois nele se comemora o memorial da sua Páscoa - paixão, morte e ressurreição - em que todos os fiéis recebem a Sua graça e a Sua força salvífica. Junto do altar está o lugar da proclamação da Palavra de Deus, que é o mesmo Cristo, o Verbo Incarnado, Morto e Ressuscitado, que fala, exorta e guia as nossas vidas. Dali, Eucaristia e Palavra, brota a Vida Nova a que somos chamados; ali se realiza o louvor cultual que, com Cristo, por Cristo e em Cristo, elevamos até ao Pai; para ali conflui toda a nossa realidade e dali levamos a iluminação para todos os momentos da nossa existência, em que continuaremos na entrega quotidiana de amor ao próximo a adorar a Deus em espírito e verdade. A celebração desta efeméride convoca-nos para a renovação da Igreja que somos, bem enraizados em Cristo e entusiasmados com a vivência e testemunho da fé. Querendo sintetizar em poucas palavras o desafio que assumimos, socorremo-nos da tríade que carateriza a Igreja Sinodal reproposta pela Igreja: comunhão, participação e missão. O Deus que por meio de Jesus Cristo montou a sua tenda no meio de nós para estar sempre connosco, é a nossa origem e a nossa fonte de vida. A comunhão de fé e de amor com Ele sustenta-nos neste percurso e impele-nos para a comunhão com os irmãos, nesta Igreja que nos acolhe como Mãe. Sentimos cada vez mais forte o desafio da unidade e da comunhão com Deus e com a Igreja, pois tão facilmente é ameaçada pelos particularismos dos nossos gostos e da nossa vontade. Ministros ordenados e leigos, somos convocados para a comunhão eclesial sentida, efetiva e visível. A participação alargada dos fiéis na construção da Igreja por meio da sua santidade de vida e pela sua ação direta na comunidade cristã é uma realidade a crescer. Há, no entanto, ainda, muitas resistências e muitos cristãos à espera que alguém se ocupe da comunidade como se ela fosse uma realidade que não lhe diz respeito. No acolhimento dos dons, vocações, serviços e ministérios que Deus concede à nossa Igreja de Coimbra, somos convocados para participar ativamente na sua edificação e para favorecer a participação de todos. A missão da nossa Igreja diocesana é feliz e é grande: colaborar com Jesus Cristo na obra de ajudar todos e cada um a crescer na fé, na esperança e no amor, como sustento das suas vidas, estrada aberta para matar a sede de felicidade e caminho de salvação. A evangelização, que leva ao encontro com Cristo, é a nossa missão. Com audácia, criatividade, ardor, metodologia adequada, alegria e, sobretudo, com confiança no Espírito Santo, somos convocados para a missão de evangelizar a nossa Diocese. Louvamos a Deus pela nossa Igreja Diocesana de filhos e irmãos e manifestamos o nosso amor por ela, trabalhando pela sua santificação e ao serviço da sua missão. Neste dia da celebração solene da dedicação do novo altar, apresentamos ao Senhor a oferta da nossa vida, para que unida à Sua, se eleve como cântico de louvor ao Pai. E que nos proteja sempre a Virgem Mãe de Deus, Santa Maria de Coimbra. Coimbra, 22 de outubro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
SÉ NOVA DE COIMBRA – 250 ANOS - TE DEUM Irmãos e irmãs! A assembleia convocada e reunida, a qahal adonai, constitui já em Israel a comunidade dos que acolhem Deus como o seu Criador e Senhor, revelado aos patriarcas e proclamado pelos profetas. O Novo Testamento e a Tradição Apostólica veem na ekkesia tou theou, na assembleia de Deus, homens e mulheres reunidos na fé em Deus, Santíssima Trindade, para a escuta da Palavra e a celebração da Eucaristia, a realização do Novo Povo de Deus, a Igreja. O edifício construído pelas mãos humanas para a reunião da assembleia cristã é um símbolo poderoso do Corpo de Cristo edificado na fé e no batismo e que, como uma verdadeira família animada pelo Espírito Santo, cresce para se tornar o templo santo de Deus. Em Conímbriga, em Aeminium ou em Coimbra, a assembleia santa de Deus reuniu-se sempre nos diversos templos, edificados segundo o estilo e as possibilidades de cada época, sempre na mesma fé, no mesmo batismo, na mesma Palavra e na mesma Eucaristia, sempre a Igreja uma, santa, católica e apostólica. Há 250 anos que, dadas as vicissitudes históricas, esta porção do Povo de Deus, que é a Diocese de Coimbra, aqui se reúne, na Sé Nova, para se enraizar em Cristo, caminhar na unidade e celebrar os mistérios da fé. Hoje, damos graças a Deus e cantamos os seus louvores pelo caminho percorrido, mesmo que com altos e baixos; entoamos um Te Deum, que sai dos nossos lábios e do nosso coração, como expressão do nosso compromisso de amor e fidelidade a Cristo e à Igreja; hoje queremos reunir na mesma oração as alegrias e dores de todos os irmãos e irmãs que peregrinam nesta Diocese e a quem nos sentimos impelidos a anunciar Jesus Cristo, o Único Salvador. Pedimos ao Senhor que nos mande o dom do Espírito, a fim de nos tornarmos verdadeira morada de Deus e capazes de acolher a todos, não como estrangeiros nem hóspedes, mas como irmãos e membros da família de Deus. À Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Humanidade, rogamos que acompanhe os nossos passos no caminho da fraternidade e da paz. Coimbra, 21 de outubro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
NOMEAÇÃO EQUIPA DIOCESANA DO DIACONADO PERMANENTE O diaconado permanente tem-se revelado uma vocação e um ministério de grande importância para a vida da Igreja Diocesana de Coimbra. Sendo necessário nomear a Equipa Diocesana do Diaconado Permanente, que tem por missão: - promover as vocações para o diaconado, - propor os meios adequados de formação dos candidatos, - acompanhar os candidatos e suas famílias no percurso até à ordenação, - proporcionar os meios de formação humana, espiritual e pastoral aos diáconos e suas famílias, Havemos por bem, nomear: Diác. André Colaço Alves – delegado episcopal Edilene Renata Bortolami Alves P. Fernando Simões Pascoal – diretor espiritual Diác. Albano Nogueira Rosário Maria de Lurdes dos Santos Nogueira Rosário  Coimbra, 12 de outubro de 2022Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra O ChancelerP. António Joaquim Farinha Domingues