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CELEBRAÇÃO DIOCESANA DO II DIA MUNDIAL DOS POBRESCONVENTO DE SANTA CLARA A NOVA – 2018.11.18MISSA DO XXXIII DOMINGO COMUM B   Caríssimos irmãos e irmãs! O Dia Mundial dos Pobres proposto pelo Papa Francisco surge como uma novidade na vida da Igreja e das suas comunidades, pois ultrapassa a prática corrente de nos centrarmos nas causas para fazer delas uma bandeira e leva-nos a pôr no centro, a pessoa, a pessoa do pobre. A Sagrada Escritura, já no Antigo Testamento fala mais dos pobres do que na pobreza; não há a pretensão de elaborar uma teoria sobre a pobreza, mas a de socorrer o pobre e cuidar dele. No Novo Testamento, quando Jesus proclama as bem-aventuranças faz o mesmo: bem aventurados os pobres... e quando quer ilustrar com a linguagem viva e clara o que é usar de misericórdia com os pobres, usa a parábola do bom samaritano que fala de pessoas e da sua atitude na relação com outras pessoas, o próximo na relação de caridade com o seu próximo. A Sagrada Escritura, em geral, e Jesus, em particular, a par do discurso sobre os pobres proclamam sempre, e com palavras fortes, a importância e o lugar da justiça na distribuição dos bens materiais e espirituais em que todos têm direitos e deveres. São também muitos os lugares bíblicos em que os profetas clamam com veemência em favor do tratamento justo dos pobres; a parábola de Jesus sobre o pobre Lázaro e o rico avarento elucida-nos bem acerca das relações justas entre as pessoas. Por fim, o Evangelho de S. Mateus, no capítulo 25, remata ao identificar o pobre com a carne do próprio Cristo: o que fizestes a um destes pequeninos, a Mim o fizestes (cf. 25, 40). “Este pobre clama, o Senhor o escuta” é palavra do Salmo 34, 7, escolhida como lema deste dia. Se, por um lado, enuncia a certeza de fé no Senhor que escuta a voz dos pobres, por outro, torna-se um imperativo para cada um de nós enquanto cristão, um imperativo para a Igreja em todas as suas comunidades e instituições. A liturgia deste domingo, por meio da sua linguagem figurada de tom apocalíptico, convida-nos a estar vigilantes quando vier o Filho do Homem para reunir os seus eleitos de todos os lugares. Ao mesmo tempo que pretende incutir a esperança da salvação por meio de Jesus, o Filho de Deus, pretende também acentuar a nossa responsabilidade pessoal e comunitária, pois a fé sem a caridade está completamente morta. A Igreja sente, hoje, de um modo renovado que a sua missão consiste em anunciar a fé em Jesus Cristo e em proclamar a grandeza da caridade nas relações entre nós. A mesma Igreja sente ainda que a via mais abrangente e mais eficaz de anunciar ao Evangelho consiste em viver com humildade e verdade o amor aos pobres, estando disponível para renunciar a tudo por causa deles. A imagem de Jesus que acolhe a paixão e a morte nunca pode sair dos nossos olhos, pois, ali, Ele mostrou-nos o que significa a opção pelos pobres pregada pelos homens bíblicos. A Igreja é herdeira deste testemunho de Jesus e, da mesma forma, tem como ideal de vida entregar-se em favor de todos os que são necessitados material ou espiritualmente. As comunidades cristãs, nunca podem sentir-se tranquilas na vivência da sua fé ou na ação catequética, litúrgica e pastoral, se não incluem a ação social e caritativa nos seus projetos e realizações. A vigilância de que nos fala a liturgia de hoje, vive-se, sem dúvida, na oração, na intimidade com o Senhor, mas inclui seguramente a atenção a tudo o que se passa com as pessoas que estão ao nosso lado. A atitude de vigilância chama-nos a ver o que os outros sofrem e a escutar o grito dos pobres e aflitos, com um coração de carne, que tenha a força de amor necessário para ultrapassar as burocracias institucionais necessárias, mas frequentemente descentradas da pessoa do pobre. A vigilância tem de conduzir um ação adequada de promoção da dignidade de toda a pessoa, que envolva pessoas e meios, instituições públicas e privadas num conjugar de esforços que manifeste a nossa identidade humana, cultural e civilizacional. De facto, uma sociedade que não cuida dos seus pobres e não promove a paz e a justiça para todos, sofre gravemente de falta de humanidade e mostra que está débil de espírito cristão. Este celebração do II Dia Mundial dos Pobres constitui para a nossa Diocese de Coimbra uma oportunidade para reunirmos pessoas e instituições que têm como vocação preservar o cuidado pelos pobres como opção central do Evangelho. Quisemos convocar as Irmandades das Santas Casas da Misericórdia, os Centros Sociais Paroquiais e outras fundações canónicas de cariz social, os grupos Caritas e Vicentinos... porque são o rosto visível da cultura cristã transformada em ação social e caritativa. Este dia dá-nos ainda a oportunidade de agradecer em nome da Igreja Diocesana a todas as pessoas que nestas instituições oferecem a sua vida, o seu tempo e os seus bens no serviço aos mais pobres. Este agradecimento é simplesmente um sinal de que os pobres reconhecem a mão misericordiosa de Deus nas vossas instituições e no trabalho das vossas próprias mãos. Gostaria ainda que este agradecimento fosse um incentivo para continuardes a fazer mais e melhor, apesar das circunstâncias difíceis em que o fazeis e dada a enorme escassez de meios de que dispondes. Uma vez que o trabalho das instituições não esgota o âmbito da ação junto dos pobres, deixo às paróquias e unidades pastorais o desafio de melhorarem o serviço de acolhimento aos pobres já existente. Se porventura ainda não existe de forma organizada, é chegado o momento de reunir pessoas de coração grande para começar, pois uma paróquia que não cuida dos seus pobres e não os acolhe com amor não dá sinais de uma fé viva e a caminha a passos largos para a morte espiritual. Convido-vos a ter sempre presente diante dos olhos o rosto dos pobres e o rosto de Jesus; convido-vos ainda a escutar sempre no silêncio o clamor dos aflitos; convido-vos ainda a repetir muitas vezes com o coração: o que fizestes ao mais pequenino, a Mim o fizestes! A cidade e a Diocese de Coimbra têm o dever histórico de recordar e atualizar sempre o testemunho de vida da Rainha Santa Isabel, a mulher da caridade, da justiça e da paz, a rainha dos pobres. Confiamos, hoje, à sua intercessão o trabalho das nossas instituições sócio-caritativas e de todas as pessoas que generosamente as servem, para que, na nossa terra o clamor dos pobres seja ouvido e tenha a sua resposta, os que têm fome e sede de justiça sejam saciados e, todos aguardemos vigilantes a vinda do Senhor. Coimbra, 18 de novembro de 2018Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  
SOLENIDADE DA DEDICAÇÃO DA CATEDRAL DE COIMBRA SÉ VELHA – 2018.11.16   Caríssimos irmãos e irmãs! A Solenidade da Dedicação da Catedral convida-nos a repor o olhar de fé em Jesus Cristo, a pedra angular, o Messias e Filho de Deus, que torna feliz Simão Pedro, os Apóstolos e os discípulos de todos os tempos. As pedras vivas que nós somos pelo batismo encontram o seu lugar harmonioso na construção quando estão em comunhão com Pedro e participam da vida inesgotável do Senhor Jesus Cristo. “Feliz de ti, Simão, porque não foram a carne nem o sangue que to revelaram, mas sim Meu Pai que está nos Céus”. Em primeiro lugar, estamos diante da certeza de que quem conhece Jesus é uma pessoa feliz, pois tem acesso ao conhecimento do maior mistério, inacessível ao esforço humano, mas revelado pelo Pai. Em segundo lugar, convida-nos a compreender que conhecer Jesus Cristo não significa somente ser sabedor da sua identidade, mas inclui sempre viver em intimidade com Ele, pois a sua verdadeira identidade encontra-se na relação pessoal, que leva a entregar-lhe a própria vida, com base na confiança. A ação pastoral da Igreja precisa de retirar constantemente daqui algumas ilações: ela tem como finalidade dar a conhecer Jesus Cristo como o Messias e Filho de Deus; a sua metodologia tem de incluir sempre o dinamismo do seguimento na condição de discípulos, que aceitam viver numa relação de confiança com Ele, o meio indispensável para a revelação da Sua verdadeira identidade; a comunidade cristã ou Igreja é o lugar onde esta relação se dá, o contexto em que se vive a confiança n’Ele e a escola em que Ele se conhece plenamente. A nossa Igreja Diocesana quer aprofundar cada vez mais a sua disponibilidade para acolher e propor uma renovada ação pastoral. Para além da celebração da Eucaristia e dos outros sacramentos, a catequese de estilo catecumenal dirigida a todas as faixas etárias - adultos, jovens e crianças –, precisamos de lançar mãos dos métodos e meios cheios de criatividade e novidade que o Espírito Santo continua a oferecer-nos e que se manifestam adequados para o nosso tempo. Na reflexão que fazemos nos órgãos de participação e comunhão a nível diocesano, nos arciprestados, nas unidades pastorais ou nas paróquias, havemos de ter sempre uma pergunta central: está a nossa ação pastoral orientada para o conhecimento de Jesus Cristo, que se alcança pela relação íntima e pessoal com Ele, no contexto da Igreja, Seu Corpo e Seu Povo Santo? Não haverá ainda costumes e tradições pagãs no seio das comunidades cristãs que, em vez de aproximar de Cristo e da Igreja, criam obstáculos à fé e à vida no Espírito? “Aproximai-vos do Senhor” era a palavra forte da Segunda Leitura e é palavra de ordem do nosso Plano Pastoral Diocesano. De facto, aproxima-se quem já foi iniciado no conhecimento do Senhor ao entrar pela porta da fé, quem já confia n’Ele como o Senhor da Sua vida. Quanto mais O conhece na intimidade pessoal e na comunhão eclesial mais se aproxima e, por sua vez, quanto mais se aproxima mais O conhece e mais se deixa envolver na missão de O dar a conhecer aos outros. Outro grande desafio desta Solenidade da Dedicação da Catedral é a renovação da vida da Igreja Diocesana. A Primeira Leitura usava a linguagem profética das águas que saem debaixo do limiar da portas do templo e tornam vivo, fresco e verdejante todo o lugar por onde passam. Assim é a força da graça que vem de Deus e chega a nós por meio da sua Igreja, o Templo Vivo e Santo, que se deixa renovar e é força de renovação dos fiéis e de toda a humanidade. A Igreja sofre frequentemente com muitos sintomas de velhice e de morte, que podem ter muitos nomes: infidelidade ao Evangelho, desânimo diante das dificuldades, espírito mundano nas suas opções, confiança desmedida na sua humanidade, falta de acolhimento da graça do Espírito Santo, muita ação e pouca oração, muitas palavras humanas e pouca Palavra de Deus. A renovação que nos é proposta é a que vem de Deus, fonte da Vida, que nos transforma pessoalmente e fortalece as comunidades cristãs por meio do Evangelho. O caminho é o da conversão pessoal a Cristo, que se conhece e se ama, o da conversão à Igreja, que se edifica com muita disponibilidade e dedicação. No fundo, a renovação que se espera é a que nasce da santidade pessoal e comunitária, na certeza de que é o Espírito Santo quem nos santifica, faz Deus entrar em nós e nos permite entrar no coração e na vida de Deus. Se queremos realizar a missão de evangelizar, havemos de deixar entrar em nós o Deus da vida para levar ao mundo os sinais da vida de Deus. Não o podemos fazer sem a alegria de viver n’Ele, sem nos deixarmos transformar por Ele, sem aceitarmos todas as consequências desta graça que foi derramada nos nossos corações. Hoje, mais do que noutras épocas da história, voltamos à situação de viver a alegria da fé no meio de muitas contrariedades, que nos fazem sentir de forma mais clara o que significa a afirmação do Apóstolo, pois, com Cristo, temos por vocação ser pedras vivas rejeitadas pelos homens, mas escolhidas e preciosas aos olhos de Deus. Temos ainda hoje a oportunidade de agradecer a Deus o dom das vocações sacerdotais e, concretamente, a alegria de instituir no ministério dos leitores um dos nossos candidatos ao sacerdócio ministerial. A vocação sacerdotal é um dos maiores sinais da graça de Deus concedida à sua Igreja, para que, por meio do anúncio da Palavra e da celebração da Eucaristia, se renove na santidade e seja no meio do mundo sacramento da salvação. Continuaremos a rezar pela santificação da nossa Diocese e a conduzir a sua ação pastoral no sentido de proporcionar a muitos a possibilidade de se encontrarem com Cristo, de O conhecerem na intimidade, de confiarem n’Ele e de se tornarem pedras vivas desta construção, que é a Sua Igreja. Confiamos a Nossa Senhora, Santa Maria de Coimbra, esta nossa Igreja Diocesana e pedimos que nos acompanhe nos caminhos da santificação pessoal e comunitária, que nos farão experimentar a novidade de Jesus Cristo, a fonte da água viva. Coimbra, 16 de novembro de 2018Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  
VIRGILIO DO NASCIMENTO ANTUNESBispo de Coimbra DECRETOCOMISSÃO DIOCESANA JUSTIÇA E PAZ A Igreja considera “necessário formar os clérigos, os consagrados e os leigos para um vivo sentido da justiça social, tanto no plano nacional como internacional, de modo que a possam praticar e difundir em todas as esferas da sua vida diária: na família, no trabalho, na vida social e civil. Por isso, o Bispo preocupe-se em difundir a Doutrina Social da Igreja, que esclarece o sentido das relações humanas e o mundo económico à luz da revelação” (Diretório para o Múnus Pastoral dos Bispos, 131). A fim de desenvolver o estudo, a reflexão e a ação em favor do bem integral da pessoa humana, nomeadamente por meio do conhecimento e divulgação da Doutrina Social da Igreja e da promoção da justiça e da paz, havemos por bem nomear a Comissão Diocesana Justiça e Paz, por um período de três anos e constituída pelos seguintes membros: P. António Jesus Ramos – Assistente Espiritual José António Henriques dos Santos Cabral - Presidente António Manuel Ferreira Roseiro Carlos Alberto das Neves Joaquim João Carlos Simões Gonçalves Loureiro João José Nogueira Gomes Rebelo Jorge Fernandes Rodrigues Bernardino Luís Manuel Neves Rocha Maria Teresa de Sá Pereira do Lago Azevedo Manuel Castelo-Branco Liliana Marques Pimentel Inês Miranda Santos Agradecemos aos que constituíram a anterior Comissão o serviço prestado à Diocese de Coimbra e imploramos as maiores bênçãos de Deus para a Comissão Diocesana Justiça e Paz que, agora, inicia funções. Coimbra, 6 de novembro de 2018 Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  P. António Joaquim Farinha DominguesChanceler
Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra DECRETO DE NOMEAÇÃO DO CONSELHO PRESBITERAL   O Conselho Presbiteral é um grupo de sacerdotes representante do presbitério, que constitui uma espécie de senado do bispo e ao qual compete ajudá-lo no governo da diocese em ordem à promoção do bem pastoral do povo de Deus (cf. Cân. 495, § 1). De acordo com os Estatutos em vigor, havemos por bem nomear o Conselho Presbiteral da Diocese de Coimbra, por um período de três anos, constituído pelos seguintes membros: Membros natos em razão do cargo Vigário Geral: Cón. Pedro Carlos Lopes de Miranda Vigário Episcopal para a Pastoral: Cón. Jorge da Silva Santos Vigário Judicial: Cón. Luís Miguel Baptista Costa Reitor do Seminário Maior: Cón. Nuno Miguel dos Santos Membros eleitos como delegados de cada arciprestado Alto Mondego – P. João Paulo dos Santos Fernandes Baixo Mondego – P. Jorge Miguel Santos Carvalho Cantanhede – Cón. Jerónimo de Jesus Correia Chão de Couce – P. André Filipe Sequeira da Silva Coimbra Norte – P. Carlos Alberto da Graça Godinho Coimbra Sul – P. Jorge Germano Dias de Brito Coimbra Urbana – Frei Domenico Celebrin Figueira da Foz – P. Nuno Filipe Martins Fachada Fileno Nordeste – P. Paulo Fernando Silvestre Filipe Pombal – P. Fernando Rodrigues de Carvalho  Outros membros eleitos: Organismos de Pastoral - P. Manuel António Pereira Ferrão Cabido da Catedral – a eleger Institutos Religiosos – P. Miguel Gonçalves Ferreira, S.J.  Coimbra, 31 de outubro de 2018 Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  P. António joaquim Farinha DominguesChanceler
Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra DECRETO DE NOMEAÇÃO DOS ARCIPRESTES O Arcipreste é o sacerdote nomeado pelo bispo diocesano para estar à frente do arciprestado (cf. cân. 553 § 1 e 2) e tem as seguintes funções (cf. cân. 255 e 256): - coordenar a atividade pastoral comum no arciprestado; - presidir à reunião mensal dos presbíteros e diáconos que ali exercem o ministério; - presidir ao Conselho Pastoral do Arciprestado; - promover a formação contínua dos agentes pastorais e dos que desempenham localmente os diversos ministérios; - velar para que os clérigos do seu arciprestado levem uma vida consentânea com o seu estado, cumpram diligentemente os seus deveres, tenham o necessário acompanhamento espiritual e a devida assistência na doença; - providenciar para que as celebrações da fé e, particularmente a Eucaristia, se celebrem de acordo com as prescrições e o espírito próprio da sagrada liturgia; - vigiar pelo bom funcionamento do cartório paroquial e fazer a revisão anual dos livros paroquiais. Ouvido o parecer dos sacerdotes que exercem o ministério em cada um dos dez arciprestados (cf. cân. 553 § 2), expresso por meio de votação, havemos por bem nomear os arciprestes da Diocese de Coimbra, por um período de três anos: Arcipreste do Alto Mondego – P. Manuel António Pereira Ferrão Arcipreste do Baixo Mondego – P. José da Cunha Ferreira Arcipreste de Cantanhede – P. João Pedro Lopes da Silva Arcipreste de Chão de Couce – P. João Fernando Marques Dias Arcipreste de Coimbra Norte – P. Rodolfo Santos Oliveira Leite Arcipreste de Coimbra Sul – P. Carlos José Neves Delegado Arcipreste de Coimbra Urbana – P. Manuel Carvalheiro Dias Arcipreste da Figueira da Foz – P. Carlos Augusto Noronha Lopes Arcipreste do Nordeste - P. António Jesus de Melo Loureiro Arcipreste de Pombal – P. João Paulo Francisco Ferreira Vaz Aos que agora cessam funções de arcipreste, agradeço em nome da Igreja Diocesana de Coimbra o zelo e a generosidade que puseram no serviço prestado. Aos que iniciam esta missão desejo que, em atitude de corresponsabilidade e em espírito de comunhão eclesial, trabalhem alegremente por amor a Cristo e à sua Igreja. Coimbra, 31 de outubro de 2018 Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  P. António joaquim Farinha DominguesChanceler