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ENCONTRA-TE COM CRISTO E ACOLHE OS JOVENSDIA DA IGREJA DIOCESANA Todos nós gostamos muito de pertencer à Diocese de Coimbra. É uma graça que nos foi concedida, quer por termos cá nascido, quer por a vida aqui nos ter trazido há mais ou menos tempo, em missão, por causa do estudo, do trabalho ou da constituição de família. É aqui que somos a Igreja de Jesus Cristo e todos os dias agradecemos pelo batismo, porta de entrada na fé e na Igreja, porta aberta ao Evangelho que nos faz entrar no coração de Deus e nos introduz nesta comunidade concreta de que fazemos parte. A nossa comunidade pode ser grande ou pequena, ter muitas virtudes ou muitos defeitos, ser santa e pecadora, mas é a nossa casa e a nossa família. Amamo-la e gastamos a vida por ela, mesmo com todos os limites da nossa condição humana e pessoal, mas com um desejo crescente de fidelidade e entrega para que seja mais santa e melhor sinal do amor de Deus por todos nós. Queremos ser uma Igreja constituída por pessoas muito diferentes, que caminham a ritmos diversos, mas unida na comunhão, que há de fazer dela cidade situada no alto do monte, foco de luz a iluminar o caminho dos peregrinos. É a partir de Cristo Ressuscitado, que faz caminho connosco, que aprofundamos a nossa identidade de cristãos reunidos em assembleia, em Igreja. A comunhão nasce de Cristo, mas estende-se aos seus membros que somos nós, quando assumimos a nossa vocação e missão a partir d’Ele. Vivemos numa época em que todos os cristãos desta nossa Igreja Diocesana são chamados a uma entrega ativa. Não podemos ser cristãos somente pela tradição, porque isso pode não nos comprometer. A chave desta nova forma de sermos Igreja está no encontro com Cristo, que se dá no íntimo de nós mesmos, mas tem um alcance comunitário e social, permite que sejamos continuamente evangelizados e que assumamos a missão do anúncio explícito e comprometido. “Encontra-te com Cristo”, não lhe oponhas resistências; é Ele que salva a tua vida e a tua família, é Ele que oferece a luz da esperança à tua comunidade. Celebramos o Dia da Igreja Diocesana a 4 de junho, Solenidade da Santíssima Trindade, e preparando a Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023. Temos a conduzir-nos um Plano Pastoral centrado nos jovens e desejamos que sejam membros ativos da nossa Igreja Diocesana e parte significativa no tecido das comunidades locais. Não há que recear a inclusão concreta dos jovens, com as suas caraterísticas próprias; não há que recear atribuir-lhes responsabilidades diretas e permitir-lhes que sejam protagonistas da vida das comunidades, pois eles são o agora de Deus e querem ser o presente da Igreja. “Acolhe os jovens” como Jesus os acolheu, ou seja, com amor e disponibilidade. Abre-lhe as portas da Igreja, à qual darão nova alegria e juventude. Que a hipótese de desistência nunca esteja do teu lado, tal como não esteve do lado de Jesus quando a sua proposta não teve sucesso imediato. Nos Dias nas Dioceses que antecedem a Jornada Mundial da Juventude, abre também as portas da tua casa e torna-te família de acolhimento. Pode ser inicialmente incómodo, mas tornar-se-á uma graça feliz que nunca mais vais esquecer; sendo uma coisa pequena, é também sinal da abertura da Igreja Diocesana, acolhedora e próxima que queremos ser. Desejo-te a ti, à tua família e à tua comunidade, um feliz Dia da Igreja Diocesana. Peço à Virgem Maria, que partiu apressadamente ao encontro de Isabel, que interceda por nós; hoje, é ela que nos diz com coração de mãe: encontra-te com Cristo e acolhe os jovens. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra
VIRGÍLIO DO NASCIMENTO ANTUNESBISPO DE COIMBRA  DECRETO DIRETOR DO SECRETARIADO DIOCESANO DA LITURGIA A Sagrada Liturgia tem um lugar central na vida da Igreja e tudo deve concorrer para que seja celebrada com fé e amor, de acordo com o prescrito nos livros litúrgicos, nos documentos do Magistério e, quando é o caso, pela Conferência Episcopal Portuguesa. A fim de dar continuidade ao trabalho de formação litúrgica de todo o povo de Deus e ajudar as comunidades a santificarem-se por meio da liturgia, Havemos por bem,nomear o Padre Doutor PEDRO ALEXANDRE PINTO DOS SANTOS, diretor do Secretariado Diocesano da Liturgia. Coimbra, 17 de maio de 2023Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra P. António Joaquim Farinha DominguesChanceler
Faleceu o Pe Manuel Joaquim Gonçalves Partiu para o Pai na manhã do dia 20 de Abril de 2023 o Rev.do Senhor Padre Manuel Joaquim Gonçalves. Nasceu a 19 de dezembro de 1921, na freguesia e concelho de Pombal. Filho de Manuel Gonçalves Fernandes e Ana Ferreira. Entrou no Seminário Menor da Figueira da Foz a 2 de outubro de 1936 e, terminado o curso de teologia no Seminário Maior, foi ordenado sacerdote no dia 5 de abril de 1947, no Salão de São Tomás do Seminário Maior de Coimbra por Dom António Antunes. O seu Ministério sacerdotal até ir residir para o Lar Rainha Santa Isabel da Santa Casa da Misericórdia de Pombal, foi exercido nos seguintes Cargos: - 1947 – Obra da Rua, Casa do Gaiato - 1950 – Pároco de Cantanhede - 1966 – Pároco de Outil - 1972 – Arcipreste de Cantanhede - 1975 – Pároco de Mata Mourisca - 1989 – Primeiro pároco da Ilha - 1997 – Primeiro pároco da Guia - 1999 – Capelão da Santa Casa da Misericórdia, do Hospital e dos Bombeiros Voluntários de Pombal. O seu funeral está marcado para esta sexta-feira, dia 21 de abril, pelas 11h30 na igreja do Cardal em Pombal sob a presidência do Senhor Bispo, Dom Virgílio do Nascimento Antunes. Tendo sido, nos últimos anos, o sacerdote mais idoso do presbitério de Coimbra – faleceu com 101 anos –, na fraterna comunhão presbiteral, o clero diocesano sente-se unido espiritualmente com a família do Senhor Padre Manuel Gonçalves e seus amigos, elevando a sua oração de ação de graças pela vida e ministério deste Sacerdote, Servo bom e fiel, Ministro do Evangelho. Paz à sua alma! Coimbra, 20 de abril de 2023
VIGÍLIA PASCAL – 2023 Caríssimos irmãos e irmãs!Na celebração da Páscoa irrompe sempre com novo vigor o anúncio de Cristo Ressuscitado na Igreja e no mundo, que o queiram acolher como presença renovadora de todas as coisas. Este anúncio não ignora a paixão, a cruz e a morte, antes pelo contrário, reconhece essa dimensão da vida de Jesus, mas acredita que foi superada pelo poder de Deus. Se a morte de Jesus fosse silenciada ou esquecida, a Páscoa da Ressurreição conduzir-nos-ia a uma negação da nossa condição humana e mortal e não nos conduziria à renovação e libertação que esperamos. O anúncio pascal é sempre anúncio de morte e de ressurreição, anúncio de derrota e de triunfo, é sempre anúncio que nos abre as portas da esperança. Se ficasse pela notícia da morte de Jesus e parasse na contemplação da cruz, poderia levar ao desespero; se ficasse pela notícia da ressurreição, poderia fazer-nos cair na ilusão e afastar-nos da nossa verdadeira condição e do nosso mundo real.O anúncio pascal inclui sempre a referência à paixão, à morte e à ressurreição de Jesus Cristo, que foi acolhido por Pedro e pelos outros discípulos e que continua presente no meio do seu povo a alimentar a sua esperança e o seu futuro. O anúncio pascal transmite um acontecimento da ordem da fé, mas desafia sempre as pessoas as acolhê-lo, a aceitá-lo e a deixarem-se transformar por ele na sua vida real e pessoal, no modo como são Igreja e na sua participação na vida da sociedade, três dimensões que não se excluem, mas se completam. O anúncio pascal dirige-se a cada um, que é convocado para ver e acreditar com uma fé pessoal, à maneira da que brotou nas mulheres que foram de manhã cedo ao sepulcro, no discípulo que chegou primeiro e em Pedro. Cada um à sua maneira conheceu a nova realidade e teve a oportunidade do encontro com Jesus, que estabeleceu nele uma nova relação com o Ressuscitado e ofereceu a possibilidade de uma nova experiência de fé e de vida. Todos puderam passar do conhecimento humano acerca da pessoa de Jesus para o conhecimento do Cristo Pascal, que inaugura a nova relação, a relação de fé.Ainda hoje, o encontro com o Jesus pascal, que morreu e ressuscitou e está presente na vida da humanidade, continua a ser gerador de uma fé que se transforma em seguimento. Foi isso que nos disse de forma clara o Papa Bento XVI, na Encíclica “Deus é Amor”, “No início do ser cristão não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá à vida um novo horizonte e, com isso, a direção decisiva”. Todos nós, os cristãos, havemos de continuar a realizar diariamente esse encontro, que nunca está plenamente realizado. Fazemo-lo na oração, na leitura orante da Palavra de Deus feita com o coração, na celebração dos sacramentos da fé, na participação ativa na vida da comunidade e na oferta da nossa vida com amor.Mesmo sendo batizados e cristãos desde a infância ou membros da Igreja desde longa data, não podemos dar por adquirido esse encontro, até que a nossa vida esteja transformada, até que Cristo viva em nós e nós vivamos n’Ele, até que estejamos verdadeiramente cristificados. Acontece que podemos passar a nossa peregrinação sobre a terra a supor que somos cristãos e membros da Igreja sem que esse encontro se dê realmente, a ponto de estarmos disponíveis para dar a vida por Jesus e pelos irmãos como Ele a deu por nós.Cada cristão é sempre um convertido a precisar de aprofundar a sua conversão, um peregrino a intensificar a sua caminhada com Cristo, um filho a concretizar a sua condição na relação com o Pai, um irmão a progredir no seu amor a Cristo e aos outros irmãos.Tomemos, nesta Páscoa a firme resolução de deixar Cristo entrar em nós, permitamos que Ele dê um novo horizonte à nossa existência e trace a direção decisiva de tudo o que somos e fazemos. O encontro com o Cristo Pascal leva-nos a um empenho novo na renovação do nosso modo de sermos Igreja. Não estamos tranquilos enquanto não construirmos uma Igreja mais perfeita e mais santa, mais capaz de anunciar a Boa Nova do Reino com mais verdade e mais autenticidade.Quando o Papa Francisco convocou o Sínodo sobre a Igreja comunhão, participação e missão, estava a desafiar-nos à escuta da voz do Espírito, que nos quer levar a um maior conhecimento do sentido da fé, da identidade do Povo de Deus e do modo como havemos de brilhar no mundo como sinal da salvação realizada por Jesus Cristo. Queremos ser colaboradores de Deus, na fidelidade ao Espírito Santo, da renovação da Igreja, perscrutando os sinais dos tempos para estarmos no mundo como força transformadora.O desafio é grande, pois, trata-se de sermos Igreja mais espiritual, comunidade que vive da fé, comunidade que reza, celebra, anuncia o Evangelho, pratica a caridade, acolhe a todos e se põe ao serviço da humanidade de forma abnegada e livre.No encontro com Cristo encontramos o único fundamento que nos poderá fortalecer enquanto Igreja do mesmo Cristo ao serviço da missão que nos foi confiada.Que esta Páscoa constitua um tempo decisivo para nos tornarmos uma Igreja mais participativa e mais capaz de viver na intimidade com o Cristo Pascal e de O dar ao mundo como alento, esperança e rumo a seguir. O encontro com o Cristo Pascal leva sempre a um envolvimento sério na vida da sociedade, pois não somos cristãos para nós, não somos Igreja voltada para dentro de si mesma, mas cristãos e Igreja, que se assumem como missão.Não podemos prescindir do nosso lugar neste mundo que Deus quer salvar, nem nesta sociedade que tem urgência de vozes e de gestos proféticos. Se havemos de reconhecer que frequentemente nos temos demitido da missão voltada para fora ou se nos têm empurrado para as margens da sociedade, assumimos o compromisso de estar presentes, mesmo que isso nos cause dissabores, mesmo que não sejamos compreendidos ou amados.O encontro com o Cristo Pascal leva-nos a olhar com fé, com esperança e com a amor para a missão, que inclui sempre a participação na Sua cruz, mas focados na glória da Ressurreição. Temos, sem dúvida uma missão a realizar na comunidade humana de que fazemos parte, mas sendo sempre o que Jesus nos pede: uma Igreja atenta a todas as realidades, pois tudo o que diz respeito aos homens e mulheres, nossos irmãos, os diz respeito a nós. Não queremos conformar-nos com este mundo, mas assumir as suas derrotas e vitórias para ser proposta de cultura cristã, cheia de alma cristã, de paz, de amor e de justiça que nascem do Cristo Pascal, em que acreditamos e com quem temos uma relação pessoal geradora de futuro. Coimbra, 09 de abril de 2023Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR – 2023 Caríssimos irmãos e irmãs!Renovamos neste dia o nosso amor à cruz de Cristo, o sinal da salvação erguido sobre nós e sobre o mundo. A cruz é sinal de morte e sinal de vitória, porque nela foi suspenso o amor, única porta de redenção que tem por nome Jesus Cristo morto e ressuscitado.Se, aos olhos do mundo, Cristo crucificado é anúncio de morte, aos olhos da fé torna-se proclamação de vida que não tem fim, porque nos mostra o amor de Deus, que leva até ao fim e até às últimas consequências a oferta de Jesus e não quer que se perca nenhum daqueles que o Pai lhe deu. Se, aos olhos do mundo, a cruz é loucura, aos olhos dos que nela encontram a salvação, ela é sabedoria de Deus. É por isso que nós continuamos a pregar e a adorar Cristo crucificado como poder de Deus.Segundo a expressão do Apóstolo, nenhum de nós pode encontrar a glória por si mesmo, porque nenhum de nós pode alcançar por si mesmo a salvação eterna. Toda a nossa glória está na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, como cantamos frequentemente, numa frase que exprimindo um aparente paradoxo, manifesta a afirmação bem real de que é no amor de Cristo e Cristo crucificado que somos salvos.Apesar de ser mistério central na fé cristã, o mistério de Cristo crucificado é dos mais difíceis de entender e de aceitar. O sofrimento e a morte parecem-nos contrários à nossa ânsia incontida de felicidade e de vida, podem até impedir alguns de acreditar na bondade e no amor de Deus, que sempre proclamamos como realidade indubitável da fé cristã. O sofrimento e a morte são sempre um desafio à fé e somente na cruz de Cristo, que morre sendo santo e inocente podem encontrar o seu sentido, uma vez que o próprio Filho de Deus não foi poupado à prova maior, que não é senão a prova e o sinal do amor que tudo vence.O maior desafio à nossa fé consiste em poder vislumbrar em Jesus Cristo crucificado, ainda que de forma imperfeita, uma resposta para as nossas cruzes de cada dia. A amizade com Jesus, a confiança na sua palavra, a contemplação compadecida da sua cruz e o encontro com o seu amor oferecem-nos a relação com Ele, que nos permite acolher a fé, permanecer na fé e crescer na fé, mesmo que diante dos embates da vida possam persistir as noites escuras da mesma fé. Convido-vos, hoje, a tomar a figura de Pedro como o homem, o discípulo, o apóstolo, que, apesar de ser designado por Jesus como a rocha sobre a qual haveria de edificar a sua Igreja, se viu a braços com as noites mais escuras da fé.Nos sucessivos anúncios feitos por Jesus acerca da proximidade da sua paixão, Pedro e alguns outros discípulos não conseguiram entender nem aceitar aquelas palavras e ficaram cheios de um misto de descrença ou quase revolta interior. Na noite do Getsémani não conseguiu estar vigilante na companhia do sofrimento atroz pelo qual passa Jesus ao confrontar-se com a vontade do Pai. Por sua vez, como ouvimos há pouco na narração do Evangelista João, após um ímpeto de violência para defender o Mestre, acaba por sucumbir diante da iminência da condenação de Jesus à morte, no pátio do sumo sacerdote. Ali, Pedro nega por três vezes conhecer Jesus, fazer parte do Seu grupo e andar com Ele na condição de discípulo.Pedro teve as suas noites escuras da fé diante da evidência da proximidade do sofrimento, da paixão, da cruz e da morte de Jesus e, por três vezes, afirmou não ser discípulo desse homem. E, no entanto, ali estava a rocha sobre a qual Jesus havia de edificar a sua Igreja, aquela Igreja diante da qual as forças do inferno não prevaleceriam, aquele a quem Jesus havia de confiar as chaves do reino dos Céus e o poder de ligar e desligar.O mesmo Pedro, num claro desafio ao poder das forças humanas, somente ancorado no poder de Deus, confessa por três vezes o seu amor a Cristo e não só está disponível para oferecer a sua vida como acaba por receber morte semelhante à Sua. Pedro não tem outra segurança senão a que lhe vem da amizade com Jesus e da confiança que n’Ele deposita; não tem outro poder e outra glória senão a que lhe vem do crucificado; não tem outra sabedoria senão a da cruz de Cristo. Irmãos e irmãs, esta é a hora da fé em Cristo Crucificado, a porta aberta para compreendermos e aceitarmos as nossas dores e as dores de toda a humanidade. Com Cristo elas são dores que alcançam um sentido. Não são procuradas, mas são enfrentadas de pé e com esperança.Cada um de nós e a própria Igreja temos a tentação de fugir à cruz e de a negar. Assim aconteceu com Pedro e com os discípulos, mas nunca assim aconteceu com Jesus Cristo, que tomou resolutamente a decisão de subir a Jerusalém, onde sabia enfrentaria a cruz como sinal da obediência à vontade do Pai.Carregar a própria cruz e seguir Jesus é vocação de discípulos, como refere o Evangelho. Por sua vez, o discípulo de Jesus está também disponível para ajudar a carregar o peso da cruz dos outros, não forçado, mas de livre vontade. A solidariedade humana e cristã impele-nos a um ato de amor maior, que passa do simples acolhimento da própria cruz ao acolhimento da cruz dos irmãos. Irmãos e irmãs, convido-vos, hoje, de modo especial, a carregarmos a cruz da Igreja, sobre a qual impende o pecado dos seus membros, que a impede de ser sinal no alto do monte, sal, fermento e luz. A comunhão de todos os membros do Corpo de Cristo, nas alegrias, nas dores e pecados é dura, mas fortalece o mesmo Corpo e esse é sem, dúvida, o desejo de Jesus, quando nos pede para estarmos unidos, para sermos um só.Reconhecendo a falta de fé que nos leva muitas vezes a negar que conhecemos o Senhor e que somos seus discípulos por palavras, por obras e por omissões, queremos passar à confissão tríplice do amor, que nos levará a confessar ao Senhor que O conhecemos, que somos seus amigos, que O amamos e queremos ser seus discípulos. Coimbra, 07 de abril de 2023Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra