NOTA PASTORAL JUBILEU DE SANTO ANTÓNIO E DOS M&Aacut...
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Celebrar a Beleza da Fé!
Catequese Mistagógica
A EUCARISTIA
INTRODUÇÃO
“Aproximai-vos do Senhor” é a mensagem fundamental do Plano Pastoral da nossa Diocese de Coimbra que temos em mãos. Entre os vários dinamismos que procura suscitar e objetivos que se propõe alcançar, destaca o dinamismo celebrativo.De facto, recorda-nos o Sr. D. Virgílio, “a celebração da fé é essencial à vivência da mesma fé, pois esta nunca é algo do âmbito simplesmente privado ou íntimo, mas tem uma dimensão comunitária, e capacita para a força transformadora de todos os campos da vida do crente e da sociedade”.O Concílio Vaticano II afirma que “a sagrada liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força” (SC,10). Ela atualiza para nós, hoje, o Mistério Pascal do Senhor, a nossa páscoa. Por isso, é missão da catequese conduzir à vivência dos mistérios da fé, uma vez que sintetizam e plenificam toda a experiência cristã.Uma celebração bem preparada, participada e digna educa na fé, faz memória do mistério pascal, renova o ideal de vida cristã e desenvolve a consciência de pertença eclesial. Pela ação do Espírito Santo, a liturgia alimenta e estimula ao compromisso com a vida. Por isso, “temos pela frente o desafio de ajudar os cristãos a inserirem-se na comunidade, e a criarem o gosto e a necessidade de participarem na celebração comunitária, litúrgica e sacramental”, especifica o nosso Bispo (Virgílio Antunes, Nota Pastoral 2018-2019).Propomos uma pequena catequese sobre a Eucaristia, essa fonte inesgotável do Amor de Deus derramado sobre a humanidade, memória do sacrifício salvífico do Senhor Jesus, morto e ressuscitado. Em chave mistagógica, à maneiro de iniciados, percorreremos de forma simples os vários momentos da celebração da missa, para os saborearmos e contemplarmos mais intimamente. Conduzidos pelas catequeses do Papa Francisco, que acompanham cada vídeo, ficaremos certamente mais despertos para nos aproximarmos do Senhor e para celebramos a beleza da fé.[Apresentamos um conjunto de 7 catequeses que percorrem toda a celebração da Eucaristia. Poderão ser utilizadas por grupos paroquiais, com distintas finalidades, propondo-se que depois do visionamento de cada vídeo se dê lugar à palavra do Papa, retirada das suas catequeses sobre a Eucaristia, e à oração, terminando-se com um cântico. Depois poderá seguir-se o diálogo e a partilha, segundo a natureza específica de cada reunião.]
Pe. Manuel CarvalheiroSecretariado Diocesano da Coordenação Pastoral
Vídeos e Documentos
[ 1 ] Acolhimento e Ritos Iniciais da Eucaristia
Documento - Acolhimento e Ritos Iniciais da Eucaristia
[ 2 ] Acto Penitencial
Documento - Acto Penitencial
[ 3 ] Liturgia da Palavra
Documento - Liturgia da Palavra
[ 4 ] Apresentação dos Dons
Documento - Apresentação dos Dons
[ 5 ] Liturgia Eucarística
Documento - Liturgia Eucarística
[ 6 ] Ritos de Comunhão
Documento - Ritos de Comunhão
[ 7 ] Ritos de Conclusão e Envio Missionário
Documento - Ritos de Conclusão e Envio Missionário
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Vídeos e Documentos Catequese Mistagógica - A EUCARISTIA
SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO 2019CAPELA DE S. MIGUEL – UNIVERSIDADE DE COIMBRA
Caríssimos irmãos e irmãs!
O Povo de Deus celebra a Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria com fervor e devoção desde há muitos séculos e de forma bem enquadrada no contexto da fé cristã, que tem por centro Jesus Cristo e a sua mensagem de salvação da humanidade.
Em Portugal e a começar por Coimbra, onde se introduziu muito cedo uma doutrina já desenvolvida na Europa cristã, a Solenidade da Imaculada Conceição adquiriu um estatuto que nos levou a um forte enraizamento na fé e na cultura capaz de conduzir o rumo da nossa história. Às portas da celebração do sétimo século do decreto do Bispo de Coimbra, D. Raimundo Evrard, datado de 17 de outubro de 1320 e que institui entre nós a festa litúrgica da Imaculada Conceição, sentimo-nos impulsionados a colher toda a inspiração que ela nos pode trazer para a caminhada que hoje fazemos.
A Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria tornou-se para os cristãos um símbolo da harmonia desejada por Deus para toda a Criação, que inclui as relações com Deus, com o próximo e com a terra. Ela alcançou a maior beleza criada, que inclui a totalidade da sua pessoa na comunhão amorosa com o Criador e com as outras criaturas. Tendo por base o texto profético do livro do Génesis, que hoje ouvimos, e a narração do Evangelho de Lucas acerca da incarnação do Verbo de Deus no seio de Maria, abrem-se à humanidade as portas do mistério da criação e da redenção, realizado por Cristo.
Os atentados contra esta harmonia inscrita por Deus na Criação e profetizada no Proto-Evangelho da Salvação, como se tem chamado ao anúncio feito pelo livro do Génesis, que proclama Eva a mãe de todos os viventes, são muitos, são de todos os tempos e tornam-se mais prementes na atualidade.
O tema da ecologia está hoje na ordem do dia e ninguém lhe pode ser indiferente, pois tornou-se demasiado evidente com base na simples observação e nos dados da ciência, que ultrapassámos os limites da sã e feliz convivência com Deus, com o próximo e com a terra, condição indispensável à vida, dom precioso que recebemos e que havemos de respeitar. Como referiu o Apóstolo Paulo, com palavras que têm ainda pleno sentido e para as quais estamos agora mais despertos, “toda a criação geme e sofre as dores de parto até ao presente”, pois, “entre os pobres mais abandonados e maltratados, conta-se a nossa terra oprimida e devastada” (Papa Francisco, Laudato Si, 2).
Estamos diante de uma encruzilhada de difícil solução. Se fomos matando a natureza de forma irresponsável focados na ânsia de salvar uma parte da humanidade, corremos agora sérios riscos de sacrificar uma parte da humanidade para salvar a natureza. Nem a humanidade nem a natureza são deuses e, por isso, toda e qualquer ideologia conducente a adorar com fervor religioso uma ou outra perverte a realidade. Como ensinou o Papa Bento XVI “o mundo não pode ser analisado concentrando-se apenas sobre um dos seus aspetos, porque «o livro da natureza é uno e indivisível», incluindo entre outras coisas, o ambiente, a vida, a sexualidade, a família, as relações sociais” (Caritas in Veritate de Bento XVI, 51, citada pela Laudato Si, 6).
É o tempo oportuno, talvez tardio, para tomarmos consciência de que somos criaturas e que a terra nos foi dada como casa comum para nela habitarmos, para a guardarmos e protegermos. É o tempo oportuno para agirmos como pessoas livres e responsáveis, mas sempre criaturas inseridas no contexto mais vasto de toda a Criação boa e bela, como refere o autor sagrado na conclusão da narração da ação de Deus ao criar o ser humano, homem e mulher, o vértice da sua obra criadora: “Deus, vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa” (Gn 1, 31).
Dentro da sua imensa complexidade, a situação em que nos encontramos não é simplesmente fruto do desenvolvimento, nem somente uma questão económica, política ou científica. Estamos diante das consequências de um caminho percorrido pela humanidade marcado por um conjunto de escolhas imperfeitas e mesmo erradas: nem a terra nos pertence, nem o consumismo nos faz felizes, nem a idolatria da humanidade nos cria melhores condições de vida.
Por detrás do estado de degradação a que chegou o planeta terra está, como nos sugere a primeira leitura, que escutámos, o drama do mau uso da nossa liberdade, a que chamamos desordem ou pecado. Quebramos constantemente a harmonia da Criação, quando nos pomos no lugar de Deus, sendo humanos,, quando desrespeitamos as suas leis e equilíbrios, como se fossemos seus donos, quando agimos de forma egoísta, irresponsável e injusta na relação com o nosso próximo, como se não participássemos todos da mesma dignidade.
Ninguém pode considerar-se de fora e todos havemos de sentir-nos responsáveis pelo problema e solidários na busca de caminhos novos. Há estruturas de corrupção e de pecado social, político, cultural, económico-financeiro, mas há também pecado pessoal fruto das más escolhas de cada um, que vão dos hábitos adquiridos e aparentemente insignificantes, à participação nas decisões de grande impacto para o mundo em que vivemos. Umas e outras revelam os valores ou contravalores assimilados e a responsabilidade que estamos dispostos a assumir, porventura com sacrifício para estilos de vida a que nos acomodámos.
A fé cristã que tivemos a graça de receber, tem uma Boa Nova de esperança também no que diz respeito à ecologia, como nos recordou eloquentemente o Papa Francisco na Encíclica Laudato Si, que não é mais do que uma releitura e atualização da mensagem bíblica e da atitude nova e libertadora revelada por Jesus.
As propostas que faz ao mundo são ousadas, mas entendemos que são verdadeiro caminho de mudança enraizadas no Evangelho:
- a necessidade de um outro estilo de vida, que nos liberte os esquemas consumistas que nos são impostos pela organização vigente na sociedade para valorizarmos a abertura ao bem, à verdade e à beleza inscritos na Criação;
- a urgência da consideração da dimensão moral de todos os nossos atos, onde se há de incluir o trabalho, a produção, o comércio e a indústria, as relações humanas, económicas e políticas;
- a educação ambiental, que compete à família, à escola, à Igreja e à sociedade em geral, que se oriente para “recuperar os distintos níveis de equilíbrio ecológico: o interior consigo mesmo, o solidário com os outros, o natural com todos os seres vivos, o espiritual com Deus” (Laudato Si, 210);
- uma séria fundamentação da ecologia na espiritualidade bíblica, que nasce da fé e traz consequências notórias ao modo de pensar, sentir e viver em harmonia com Deus, com os outros e com a terra.
- a envolvência solidária nas estruturas sociais, culturais, económicas, políticas, que as leve a mudar por dentro com base em critérios éticos sólidos.
Nesta solenidade da Imaculada Conceição, sentimos, de novo o impulso de olhar para ela, pois enquanto criatura como nós, é excelsa inspiradora dos cristãos. Entre todas as criaturas, distingue-se pela harmonia que vive e transmite: harmonia na relação com Deus, a quem adora e serve; harmonia na relação com a humanidade, que ama como Mãe e como Irmã; harmonia na relação com toda a natureza, que guarda e protege enquanto dom do Criador a todos os seus filhos.
O seu coração imaculado e santo experimenta a paz, que deseja a todos e que é o fruto da pobreza de espírito que a anima.
Que ela nos acompanhe nesta peregrinação sobre a terra boa e bela e nos conduza às portas da glória do Céu, quando Cristo for tudo em todas as coisas e reinar a harmonia e a paz.
Coimbra, 8 de dezembro de 2019Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
SOLENIDADE DA DEDICAÇÃO DA CATEDRAL DE COIMBRA
SÉ VELHA – 2019.11.16
1 Rs 8, 22-23.27-30; 1 Pd 2, 4-9; Lc 19, 1-10
Caríssimos irmãos e irmãs!
A solenidade da Dedicação da Catedral vai muito para além da veneração que temos por este templo antigo e belo a que chamamos Sé Velha. Esta solenidade recorda-nos que somos verdadeira Igreja de Deus, verdadeiro Povo Santo de Deus a caminhar nestas terras de Coimbra desde há muitos séculos, desde aquele dia em que aqui se ouviu proclamar pela primeira vez o nome de Jesus como o Senhor, como o Messias, como o Filho de Deus e Salvador do mundo pela sua morte e ressurreição.
A conversão a Cristo, o batismo e a eucaristia, sacramentos desde então celebrados, fizeram chegar até hoje a fé da Igreja, como dom inestimável do amor de Deus por nós. Passaram culturas e povos, tempos de paz e tempos de guerra, momentos favoráveis e adversos, mas a fé em Jesus Cristo simbolizada nestas pedras e nesta construção permanece. Mesmo na sociedade dita secularizada que é a do nosso tempo, este templo de aspeto robusto e austero, de arquitetura defensiva, continua a erguer-se como bastião da possibilidade que toda a humanidade tem de acolher a Deus na sua vida e ser salva por Jesus Cristo.
O que desejamos é que neste lugar, Igreja Mãe da Diocese de Coimbra, como em tantos outros lugares edificados neste vasto território, continue a proclamar-se a Boa Nova da Salvação, no ambão, a mesa de Palavra, e a oferecer-se Deus o sacrifício de Jesus Cristo, no altar, a mesa da Eucaristia.
Escolhemos para esta celebração a leitura do Evangelho de Lucas que nos narra o encontro de Jesus com um homem rico, o chefe de publicanos, Zaqueu, de pequena estatura, que desejava ver Jesus.
A figura de Jesus é tão sugestiva que, mesmo aquele homem que andava por outros caminhos, sentiu uma imensa vontade de O ver, para ouvir as suas palavras e O conhecer. Ao sentir-se olhado por Jesus com misericórdia e ao ouvir a sua proposta de amizade e confiança – Zaqueu, eu hoje devo ficar em tua casa – operou-se algo de grandioso na sua pessoa, deu-se a conversão e a mudança, que nem ele nem os circunstantes esperavam.
As palavras de Jesus, “hoje entrou a salvação nesta casa” resumem o significado daquele encontro e dizem em que consiste ainda hoje a missão da Igreja, Corpo de Cristo e mistério de comunhão de Deus com a humanidade: ser portadora da salvação de Cristo a uma humanidade que tem sede, mesmo que nem sempre possa identificar a sua sede.
A Igreja que somos é chamada a proclamar as palavras de Jesus dentro do templo em que celebra os mistérios da fé, mas igualmente nos areópagos onde é urgente oferecer palavras de esperança e salvação; é também chamada a celebrar o sacrifício de Cristo no altar da Eucaristia e a dar-lhe continuidade nos lugares onde homens e mulheres de todas as condições precisam de sinais de amor, de perdão, de reconciliação e de redenção.
A Igreja, na fidelidade a Cristo, seu fundador e seu mestre, é convidada a sair para ir às cidades onde se encontram as multidões ou às aldeias onde estão as pessoas isoladas, para lhes mostrar Jesus, Aquele que quer entrar em toda a casa onde houver alguém desejoso de O ver e de O ouvir.
Ao escolhermos como lema deste ano pastoral a frase de 1 Jo 1, 3, “o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos”, estamos a lembrar toda a comunidade diocesana que o encontro com o Senhor é o motor de toda a evangelização e que quando se experimenta a conversão, a vida muda e a alegria não pode ser abafada. Nessa altura, o que vimos e ouvimos, isso comunicamos com palavras, com obras, com a vida.
A mesma narração do encontro de Jesus com Zaqueu faz-nos compreender que ninguém pode ser excluído do acesso a Cristo e à Boa Nova da Salvação. Jesus ultrapassou todas as fronteiras existentes no seu tempo e fez um anúncio alargado a todo o tipo de pessoas, mesmo àquelas que, segundo os cânones sociais e religiosos da época, não era suposto serem interpeladas por Ele ou aderirem à sua mensagem.
A mensagem de Jesus foi universal e sempre aberta a todos os povos da terra. Ele nunca excluiu ninguém do número daqueles a quem quis oferecer a salvação de Deus e manifestou sempre uma proximidade e um carinho especiais pelos excluídos ou pelos que se situavam nas periferias humanas, sociais ou religiosas. Jesus dirigiu-se a todo o ser humano como um destinatário privilegiado da Boa Nova da Salvação de Deus e como alguém que tem um lugar especial no Seu coração. Aproximou-se de todos com humildade e com firmeza, com amor e com confiança, acolhendo e esperando ser acolhido.
Nestas atitudes de Jesus, encontramos, caríssimos irmãos e irmãs, um programa para a nossa Igreja Diocesana de Coimbra, chamada a dar continuidade ao ministério de Jesus que anuncia a Boa Nova da Salvação de Deus.
Muitos cristãos e muitas comunidades sofrem um grave complexo de inferioridade para o qual a sociedade os foi empurrando, como se a fé cristã e a condição de membros da Igreja fosse algo anacrónico. A falta de fortaleza da fé aliada a uma escassa formação teológica e espiritual deixam a muitos numa espécie de indiferença e a outros sem o entusiasmo necessário para comunicar a experiência feliz de encontro com Cristo.
A nossa Diocese e a nossa cidade são destinatárias privilegiadas do Evangelho e nada nos pode fazer vacilar diante da missão de evangelizar que o Senhor nos confiou. Ao longo dos séculos, Coimbra foi lugar de diálogo entre fé e cultura, entre teologia e ciência, numa convergência harmoniosa dos caminhos da fé e da razão. Com a humildade caraterística de todos os buscadores da verdade, essa continua ser a vocação da nossa diocese e da nossa cidade.
A Sé Velha, que acompanhou esse longo percurso histórico, continua a ter a ser símbolo dos caminhos de proclamação do Evangelho que, pelo amor do Espírito Santo pode converter a inteligência e o coração de todos os que procuram a verdade na caridade.
De novo, neste dia da Dedicação da Catedral, confiamos a Santa Maria de Coimbra todo o Povo de Deus da nossa Diocese e pedimos que acompanhe a missão que alegremente acolhemos de anunciar a Boa Nova de Jesus Salvador.
Coimbra, 16 de novembro de 2019Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
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DIOCESE DE COIMBRACELEBRAÇÃO DO SACRAMENTO DA CONFIRMAÇÃO
Ministro
O ministro ordinário do Sacramento da Confirmação é o Bispo (cf. Cân. 882), que pode delegar em alguns presbíteros, em caso de necessidade (cf. Cân. 884). Na impossibilidade de realizar pessoalmente todas as celebrações, o Bispo delegará no Vigário Geral e, ad casum, no Vigário Episcopal ou no Arcipreste.
Lugar
Dada a redução do número de confirmandos e a organização da Diocese em unidades pastorais, o Sacramento da Confirmação será celebrado em conjunto para todas as paróquias pertencentes a uma mesma unidade pastoral ou, pelo menos, para as paróquias entregues ao cuidado pastoral do mesmo pároco.
Marcação
O dia e hora da celebração deverá ser proposto pelo pároco ou moderador da unidade pastoral ao bispo diocesano, que informará se o fará pessoalmente ou por um seu delegado.
Convém que o pedido seja feito com bastante antecedência e que se apresentem duas hipóteses de data e hora.
Dia e hora
O dia mais adequado para a celebração é o domingo, podendo também recorrer-se ao sábado por conveniência da vida paroquial ou do ministro. Sendo no sábado, dê-se a preferência à parte da tarde, para que se celebre a missa vespertina. Ao domingo, pode ser de manhã, de preferência a partir das 10:00, ou de tarde, às 16:00.
Preparação
Podem ser confirmados os jovens que, tendo frequentado os dez anos do percurso catequético aprovado pela Conferência Episcopal Portuguesa, estejam devidamente instruídos para o receberem (cf. Cân 890).
“Os que não puderam fazer de modo nenhum o itinerário diocesano da catequese devem preparar-se para o Crisma através de um tempo adequado de formação, que terá a duração de dois anos, a não ser que o pároco, por motivos ponderosos, entenda reduzi-lo a um ano” (XII Sínodo Diocesano, Coimbra 1999, p. 169-170).
No final do período de preparação, os confirmandos devem fazer um retiro espiritual, que constitua um ponto alto do encontro pessoal com Cristo e leve a assumir a fé cristã para toda a vida.
Celebração
Liturgia da Missa
Em princípio celebra-se a Missa do dia correspondente, de acordo com o Calendário Litúrgico. Nos casos previstos pelas normas litúrgicas pode substituir-se a Segunda Leitura por uma das propostas no Leccionário para a missa ritual da Confirmação.
Liturgia da Confirmação
Segue-se o Ritual da Confirmação que pode incluir uma apresentação dos candidatos e uma introdução geral feita pelo pároco ou outro e um cântico de invocação do Espírito Santo.
Caso se usem as velas do batismo durante a profissão de fé e o grupo seja numeroso, alguns confirmandos ou catequistas levarão a luz que tomam do círio pascal a todos os outros que permanecem nos seus lugares.
Música Litúrgica
Ponha-se todo o empenho na preparação musical da celebração e usem-se os cânticos litúrgicos apropriados e cantados pelo coro litúrgico da paróquia e/ou unidade pastoral. Durante o rito da crismação alterne-se entre o canto suave e o silêncio.
Gestos simbólicos ou encenações
A apresentação de gestos simbólicos ou encenações não terá lugar durante a celebração.
Padrinhos
O padrinho/madrinha deve ser escolhido de acordo com o que prescreve o Código de Direito Canónico:
tenha completado dezasseis anos de idade (cf. Cân. 874 §1, 2º);
seja católico confirmado e já tenha recebido a Eucaristia;
tenha uma vida consentânea com a fé e múnus que vai desempenhar (Cân. 874 §1, 3º).
Vestuário
Recomendar-se-á aos confirmandos e padrinhos/madrinhas o uso de vestuário adequado a um momento sagrado e solene como é a participação na Missa e a celebração do sacramento da Confirmação.
Fotografias
Tenha-se o cuidado de instruir os fotógrafos acerca do modo como podem fazer a cobertura fotográfica, de forma discreta e respeitosa, ocupando exclusivamente o lugar que lhes for reservado.
Coimbra, 2014.12.03
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O Comité Organizador Local da JMJ Lisboa 2022 divulgou os regulamentos para os concursos do Hino e do Logótipo.
Todos os interessados devem até ao próximo de 04 de Novembro, mostrar intenção de participar na elaboração do hino ou do logo.
A data limite de entrega será o dia 29 de novembro e o anúncio dos vencedores o dia 27 de dezembro.
O organização decidiu ainda que o concurso do Hino é aberto apenas a portugueses, e o logo terá um concurso internacional.
Em ambos os casos os concorrentes têm de ser maiores de idade e ter em conta o lema das JMJ 2022 \"Maria levantou-se e partiu apressadamente\" (Lc 1,39).
Nos link\'s seguintes podes encontrar os respectivos regulamentos:
Regulamento para o Hino
Regulamento para o Logotipo






