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NOTÍCIAS
 
Reforçar as associações de famílias

Zenit, 19 de Dezembro de 2004

João Paulo II constatou, ao receber este sábado 150 participantes do Fórum das Associações Familiares da Itália, que cada vez são mais fortes os ataques legislativos e ideológicos contra o matrimónio e a família.

O pontífice alentou ao mesmo tempo esta forma de mobilização a favor da vida e da família que, na Itália, reúne 36 organismos e 20 comités regionais, em representação de milhões de famílias.

«Infelizmente os ataques ao matrimónio e à família se fazem cada dia mais fortes e radicais, tanto do ponto de vista ideológico como normativo», constatou o Santo Padre, que recordou: «quem destrói este tecido fundamental da convivência humana provoca uma ferida profunda na sociedade e danos com frequência irreparáveis».

«O intento de reduzir a família a uma experiência privada, socialmente irrelevante; de confundir os direitos individuais com os próprios do núcleo familiar constituído sobre o vínculo do matrimónio; de equiparar as convivências às uniões matrimoniais; de aceitar, e em alguns casos favorecer, a supressão de vidas humanas inocentes com o aborto voluntário; de alterar os processos naturais da procriação dos filhos introduzindo formas artificiais de fecundação são só alguns dos âmbitos nos quais é evidente a subversão que atinge a sociedade».

«Não se alcança nenhum progresso civil com a desvalorização social do matrimónio e com a perda de respeito pela dignidade inviolável da vida humana - assegurou o Papa. O que se procura apresentar como progresso de civilização ou conquista científica, em muitos casos, é de facto uma derrota para a dignidade humana e para a sociedade».

«A verdade do homem, seu apelo desde a concepção a ser acolhido com amor e no amor, não pode sacrificar-se ao domínio das tecnologias e à prevaricação dos desejos sobre os direitos autênticos. O legítimo desejo de ter um filho ou de ter saúde não pode transformar-se num direito incondicional capaz de justificar a eliminação de outras vidas humanas», alertou.

«A ciência e as tecnologias estão verdadeiramente ao serviço do homem só quando tutelam e promovem todos os sujeitos humanos envolvidos no processo de procriação», assegurou.

«As associações católicas, juntamente com todos os homens de boa vontade que crêem nos valores da família e da vida, não podem ceder às pressões de uma cultura que ameaça os fundamentos do respeito da vida e da promoção da família», exortou.

O Papa qualificou os Foros das Associações Famílias como uma das «formas de mobilização» necessárias, que ele mesmo já havia alentado em sua exortação apostólica
«Familiaris consortio» (22 de Novembro de 1981) «para que as famílias cresçam na consciência de ser “protagonistas” da “política familiar” e assumam a responsabilidade de transformar a sociedade».

Neste trabalho, o Papa deixou como bússola de acção a «Carta dos Direitos da Família» publicada pelo Conselho Pontifício da Família a 22 de Outubro de 1983.

 

 

 

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