Com os operários

"Somos chamados a reafirmar o ‘não’ a uma economia do desperdício, que pede para se resignar à exclusão daqueles que vivem em pobreza absoluta”, afirmou o Papa Francisco à sua chegada à cidade italiana de Turim. 
Ali, sublinhou, a pobreza absoluta afecta “cerca de um décimo da população”. Durante o seu encontro com representantes de trabalhadores, antes da oração diante do Santo Sudário, na Catedral, Francisco apelou a que digamos “não” à “idolatria do dinheiro” e “à corrupção, tão espalhada que parece ser uma atitude e um comportamento normal. ‘Não’ aos conluios mafiosos, às fraudes, aos subornos e coisas do género!”, afirmou.
Depois do momento de oração na Catedral de Turim, Francisco dirigiu-se à Praça Vittorio, onde presidiu à Eucaristia e à recitação do Angelus. 
Nesta visita a Turim, o Papa rezou diante do Santo Sudário, dando assim continuidade à tradição de visitas papais à relíquia guardada na catedral da cidade. 
Diante do misterioso lençol de linho, com marcas de sangue, venerado como sendo a mortalha que envolveu o corpo de Cristo no Sepulcro, Francisco deteve-se vários minutos em silêncio.
Não é sempre que o Santo Sudário está exposto ao público. Mas quando isso acontece, o grande lençol de linho fica protegido dentro uma moldura colocada atrás do altar principal. 
Em geral, os fiéis sentam-se a alguma distância do Sudário, mas para o Papa foi colocada uma cadeira mesmo em frente para lhe permitir algum recolhimento. 
Francisco sentou-se a rezar durante vários minutos e, no final, aproximou-se do Sudário e tocou-lhe com a mão.

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